“Sobre o Ver / o Acreditar ou o Não Ver / Acreditar…”: “Parábola da Vida intra-uterina”.

“Sobre o Ver / o Acreditar ou o Não Ver / Acreditar…”:

Parábola da Vida intra-uterina.

 

“No ventre de uma mãe havia dois bébés.

Um perguntou ao outro:

– Você acredita na vida após o parto?

O outro respondeu:

– Claro que sim. Deve haver algo depois do nascimento. Talvez estejamos aqui para nos prepararmos para o que virá depois.

“Que estupidez”, diz o primeiro. “Não há vida após o parto. Que tipo de vida seria essa?

O segundo diz:

– Não sei, mas haverá mais luz do que aqui. Talvez possamos andar com as nossas próprias pernas e comer com as nossas bocas. Talvez tenhamos outros sentidos, que não podemos entender agora.

O primeiro respondeu:

Isso é um absurdo. Andar é impossível. E comer com a própria boca? Ridículo! O cordão umbilical nutre-nos e dá-nos tudo o que precisamos. O cordão umbilical é muito curto. A vida após o parto é impossível.

O segundo insistiu:

– Bem, acho que há algo e talvez seja diferente do que está aqui. Talvez não precisemos mais deste tubo físico.

O primeiro respondeu:

– Além do mais…, para haver realmente vida após o parto, então, porque é que ninguém nunca voltou de lá? O parto é o fim da vida e no pós-parto não há nada além do escuro, do silêncio e do esquecimento. O parto não nos levará a nenhum lugar.

– Bem, eu não sei – disse o segundo – mas certamente vamo-nos encontrar com a mãe e ela cuidará de nós.

O primeiro respondeu:

– A mãe? Você realmente acredita na mãe? Isso é ridículo. Se a mãe existisse, então onde está ela agora?

O segundo diz:

– Ela está ao nosso redor. Estamos cercados por ela. Somos dela. É nela que vivemos. Sem ela, este mundo não seria nada e não poderia existir.

O primeiro diz:

– Bem, eu não posso vê-la, então, como é lógico, ela não existe.

O segundo responde:

– Às vezes, quando estamos em silêncio, se nos concentrarmos, realmente ouvimos, somos capazes de perceber a sua presença e ouvir a sua voz amorosa lá em cima”.

(PS. Recebido por e-mail (e adaptado): “Foi assim que um escritor húngaro explicou a existência de Deus” [?!]. NB. Lamento não identificar a fonte/ a autoria do texto. 31-10-2018)

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Oração a S. SIMÃO

Deus de infinita misericórdia que nos fizestes chegar ao conhecimento do vosso nome por meio do bem-aventurado Apóstolo São Simão Nosso Padroeiro, concedei-nos por sua intercessão que a nossa Comunidade cresça continuamente na conversão ao Evangelho. Amém

 

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II Caminhada Solidária pela Vida: quando, 27 Out, 16h00; onde: Cais da Fonte Nova, Aveiro

II Caminhada Solidária pela Vida

quando: 27 outubro, 16h00
onde: Cais da Fonte Nova

A ADAV-Aveiro organiza, na cidade de Aveiro, II Caminhada Solidária pela Vida, associando-se à Caminhada pela Vida que, nesta edição de 2018, se concretiza, também, em Lisboa, Porto, Braga e Viseu. A caminhada terá lugar no próximo dia 27 de outubro com início às 16hoo, no Cais da Fonte Nova.

Neste ano, a ADAV-Aveiro (que defende a dignidade da vida humana desde a conceção à morte natural) junta uma nova motivação à da solidariedade para com esta IPSS, em sintonia com todos os que, em Aveiro e nas outras cidades, se mobilizam pela proteção da vida humana. Esta II Caminhada Solidária pela Vida será o ponto de partida da comemoração, em Aveiro, dos 70 anos da Declaração Universal dos Direitos Humanos, em estreita colaboração com a Plataforma dos Direitos Humanos de Aveiro. Será uma ocasião para recordar que a proteção da vida humana não é causa de alguns, mas causa de todos, na medida em que “todo o indivíduo tem direito à vida”. (art.º 3.º da Declaração Universal dos Direitos Humanos).

Nos últimos dez anos, a ADAV-Aveiro apoiou 280 mulheres grávidas, num total de 626 famílias com crianças até 3 anos. Atualmente, são por nós ajudadas 74 famílias dos concelhos de Águeda, Albergaria-a-Velha, Anadia, Aveiro, Estarreja, Ílhavo, Sever do Vouga e Vagos, com apoio direto a 84 crianças até aos 3 anos de idade.

Consideramos que a II Caminhada Solidária pela Vida, que, neste ano, conta com o apadrinhamento dos atletas Paulinho e João Moreira, será uma manifestação pública e irá merecer o reconhecimento de todos, porque é por todos que cada um se propõe caminhar.

inscrições: https://goo.gl/VywRHP

www.adavaveiro.org

FONTES: http://diocese-aveiro.pt/cultura/ii-caminhada-solidaria-pela-vida/ ;  http://www.adavaveiro.org/?p=3540, acesso 26-10-2018.

 

 

 

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Sequência da Memória de Nossa Senhora das Dores

«Estava a Mãe dolorosa,

Junto da cruz lacrimosa,

Enquanto Jesus sofria.

 

Maria, fonte de amor,

Fazei que na vossa dor

Convosco eu chore também.

 

Fazei que o meu coração

Seja todo gratidão

A Cristo de quem sois Mãe».

 

Fonte: Sequência da Memória de Nossa Senhora das Dores in Liturgia Diária,

Paulus, Ano XVI, nº186, Setembro, 2018

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“Amado Papa Francisco” texto de Dom Walmor Oliveira de Azevedo (07/09/2018)

“Amado Papa Francisco”

(texto de Dom Walmor – 07/09/2018)

 

“Sem nada ter, tudo pode ser e cantar feliz”, eis a expressão de São João da Cruz que bem define a exemplar caminhada do Papa Francisco, na missão de promover a universalidade da Igreja. A partir de sua rica experiência de vida consagrada e pastoral, de sua proximidade e das palavras sempre pertinentes, o Papa Francisco nutre no coração da humanidade sinais de esperança. Assim, unem-se ao Papa multidões do mundo inteiro – clérigos, autoridades governamentais, formadores de opinião, líderes, membros de diferentes confissões religiosas, cidadãos de diferentes lugares. Todas essas vozes, a partir do pontificado de Francisco, formam um coro que canta a alegria de enxergar, no horizonte, uma “Igreja em saída”, que vai ao encontro de todos, superando molduras antiquadas para deixar brilhar a força da tradição – capaz de levar à interioridade de cada pessoa a luz do Evangelho de Jesus Cristo.

Importante reconhecer: valorizar a tradição não significa limitar-se ao apego cego a tudo o que é antigo, pois Deus, pela ação do Espírito Santo, gera sempre renovação. Zelar pela tradição da Igreja Católica é reconhecer a sua irrenunciável missão de fazer chegar a todos a luz incandescente do Evangelho. E o Papa Francisco ergue a tocha com essa luz, exercendo, com coragem e simplicidade, o seu ministério. A luminosidade do Evangelho incide sob seu rosto e permite, a cada pessoa, reconhecê-lo como sucessor do apóstolo Pedro. Por isso, o seu pontificado gera conversão, possibilitando que muitas pessoas assumam seus próprios pecados e fragilidades.

O Evangelho de Jesus Cristo, o diálogo com Deus, faz brotar no coração humano a sabedoria que permite compreender: não importam roupagens, títulos ou posições hierárquicas que, muitas vezes, garantem certas benesses e honrarias. O fundamental é cultivar uma autêntica vida cristã, um jeito de ser que é bem distante de qualquer tipo de postura egoísta. Na história bimilenar da Igreja Católica, admiráveis homens e mulheres, cristãos leigos e leigas, gente simples, mas também nomes reconhecidos – papas, bispos, padres, religiosos -, em diferentes lugares e culturas, nos mais variados momentos da história da humanidade, foram exemplares por serem autênticos cristãos. Hoje, o olhar volta-se para os que corajosamente se dedicam às frentes missionárias, chamados a testemunharem a fé no mundo contemporâneo. Liderando essa multidão de discípulos e discípulas de Cristo, está o amado Papa Francisco, que faz a cada pessoa um convite corajoso: aproximar-se mais da luz do Evangelho.

Acolher esse convite é a única possibilidade para a superação das muitas sombras, também na Igreja, em razão dos estreitamentos humanos e dos desafios do mundo atual. Há certas dinâmicas contemporâneas que estão na contramão do Evangelho. A lista é extensa, mas é importante, neste momento, dedicar atenção especial a um desses males: o moralismo perverso de certos indivíduos que, motivados por interesses pessoais e pouco evangélicos, sentem-se no direito de atacar outras pessoas. Esses indivíduos, quando criticam, não buscam promover correção ou conversão, pois são movidos pela mágoa. Em vez disso, não raramente, atacam para encobrir seus próprios limites. Adotam, pois, a estratégia de tentar destruir outras pessoas, distanciando-se da luz do Evangelho, que escancara escuridões. Quem busca seguir Jesus, nas muitas situações do cotidiano, pode gerar certo incômodo para os que, veladamente, arquitetam manobras e ilegalidades.

Para a Igreja, seguir Cristo não é opção, mas razão de existir, tarefa que se exerce dedicando-se ao mundo. É o que pede o amado Papa Francisco: uma Igreja cada vez mais servidora, muitas vezes ferida por debruçar-se, misericordiosamente, nas diferentes vicissitudes da vida humana. E o coro de vozes que se une ao Papa Francisco é muito grande. Deve crescer ainda mais, para que ninguém fique de fora. As vozes desse coro, unindo corações em um coração só, revelam que multidões cultivam a disposição corajosa de se deixar iluminar pelo Evangelho – a Tradição que é a herança intocável da Igreja. Permaneça, assim, viva a esperança de se construir um novo tempo, a partir do caminho indicado pelo amado Papa Francisco”.

Dom Walmor Oliveira de Azevedo
Arcebispo metropolitano de Belo Horizonte

 

FONTE: http://arquidiocesebh.org.br/para-sua-fe/espiritualidade/artigo-de-dom-walmor/amado-papa-francisco/?utm_source=newsletter&utm_campaign=Opini%C3%A3o%20e%20not%C3%ADcias&utm_medium=287&utm_content=Amado%20Papa%20Francisco, acesso: 12-9-18.

 

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Comunicado aos diocesanos de Aveiro (31-08-2018) por D. António Moiteiro

Comunicado aos diocesanos de Aveiro in http://www.diocese-aveiro.pt/v2/?p=17106 , acesso: 03-09-2018

Perante a campanha orquestrada contra o Papa Francisco a propósito dos abusos de pedofilia e outros, por parte de alguns membros da Igreja Católica, queremos afirmar o seguinte:

– Repudiamos todos os abusos sexuais contra vítimas inocentes e indefesas e queremos afirmar, mais uma vez, que tudo faremos para que estes crimes sejam abolidos da sociedade em que vivemos, fazendo justiça na defesa das vítimas e denunciando os culpados.

– A Igreja é santa e pecadora, sempre necessitada de conversão e renovação. O esforço que o Papa Francisco, na continuação dos papas que o precederam, tem vindo a fazer para tornar a Igreja mais evangélica, em diálogo com o mundo atual e em responder a problemas novos que se colocam à nossa ação pastoral, merece todo o nosso apoio como povo de Deus em terras de Aveiro.

Por fim, convidamos todos os diocesanos a um assentimento filial aos ensinamentos do magistério do Papa Francisco, a comprometermo-nos em renovar a nossa Igreja e o mundo em que vivemos e, ao mesmo tempo, pedimos ao Espírito Santo que nos ilumine nesta missão, que diz respeito a todos nós.

Pedimos que este Comunicado seja dado a conhecer através dos meios de comunicação social da Diocese e nas Eucaristias dominicais.

Aveiro, 31 de agosto de 2018 + António Manuel Moiteiro Ramos, Bispo de Aveiro.

Eu Pe. Pedro José, ao longo dos anos de ministério (ordenado a 13-07-1997), já vivi e estive implicado, pastoral e pessoalmente, mais direta/indiretamente, em algumas situações/casos: muito difíceis, polémicos e complexos, a vários géneros. A prática diz-me, e ensina-me que: temos de procurar agir em conjunto e denunciar. “Não deixar ninguém, em nenhuma circunstância/posição/condição isolado e abandonado: o caminho da Comunhão é a Justiça; a Justiça faz-se pela Comunhão”. Agir e Não Omitir. Pensar e, sobretudo, Agir. Continuo a rezar para não ser Omisso. Acrescento mais dois apontamentos para ajudar a aprofundar o nosso Comunicado na Diocese de Aveiro, pelo Bispo António Moiteiro.

1ª apontamento -No livro “Nós, os padres: 11 padres confessam-se” – no longo questionário-entrevista respondido por escrito; foram feitas 2 perguntas: Uma sobre os “escândalos de pedofilia” e outra sobre o “celibato apostólico”. Os seus testemunhos: Pe. João Vergamota – Patriarcado de Lisboa (pp.21 e 22); Pe. Andreas Lind – Companhia de Jesus (pp.48-49 e50); Pe. Miguel Cabral – Prelatura do Opus Dei (pp.73 e 74-75); Pe. Marco Leotta – Caminho Neocatecumenal (pp.101 e 102); Pe. Bernardo Maria Magalhães – Diocese de Lamego (p.123); Pe. Pedro Miranda – Diocese de Coimbra (pp.148 e 149); Pe. Miguel Neto – Diocese do Algarve (pp.180 e 182); Pe. Ricardo Figueiredo – Patriarcado de Lisboa (pp.205 e206); Frei Gonçalo Diniz – Ordem dos Pregadores (pp.221 e 222/223); Pe. Carlos Candeias – Missionário Claretiano (pp.241 e 242); Pe. António Vaz Pinto – Companhia de Jesus (p.254).

2ª apontamento – Leitura crítica a propósito do Comunicado do Bispo de Aveiro à Diocese POR Pe. João Alves, https://www.facebook.com/joao.alves.3110/posts/10217481300046239?__tn__=K-R, publicado: 1-09-2018.

“Tendo a concordar com o conteúdo, mas a discordar da prática efetiva da Igreja em Aveiro e em Portugal. Vejo neste prisma:

1.Não se pode dizer que se está com o Papa Francisco e a prática da Igreja em Portugal não ser preventiva. Não estamos a falar apenas de denuncia de casos de abusos, mas de evitar que essas situações aconteçam. Quando os Bispos, no poder que lhes é confiado, não denunciam junto da Santa Sé situações esquisitas como seminaristas que são expulsos e acolhidos e ordenados noutras dioceses, sem pedido de informação prévia…não estaremos a entrar na mesma lógica perversa de silenciamento? Não podemos por um lado dizer que estamos empenhados e erradicar essa perversão e depois, quando temos situações de imaturidade afetiva, perturbações psíquicas ou outras razões de gravidade, simplesmente deixarmos a água correr e não defendermos a Igreja ativamente de males futuros. Isto não acontece em Aveiro nem é costume nas Igrejas em Portugal. Várias vezes solicitei isso à Comissão que tutela os seminários.

2.Não se pode dizer que há uma campanha organizada contra o Papa Francisco, sabermos que ela é cultivada num meio anti-Igreja de pendor tradicionalista, mas andarmos a assobiar para o ar quando estes meios nos batem à porta. o Cardeal Burke passeia-se por Portugal, celebra em alguns sítios, com o consentimento dos bispos locais, nos presbitérios surgem grupos organizados e lobby de sistema anti-papa e a ação dos Bispos em Portugal qual tem sido? Não me parece bem que se diga que estamos com o Papa Francisco e, ao mesmo tempo, não se seja assertivo e claro diante desta realidade crescente e que sabemos que cultiva muita desta oposição a caminho da Igreja com o Papa.

3.Não se pode dizer se quer apostar que tantas destas situações não voltem a acontecer quando relativizamos situações de imaturidade afetiva. As orientações da Santa Sé são cada vez mais claras quando ao perfil do candidato ao presbiterado, a sua maturidade humana e tem sido reforçado, inclusive pelo Papa, quanto à não-ordenação de quem apresenta sinais de imaturidade. Parece-me que temos muito que cuidar na vida dos seminários e na atenção formativa e na corresponsabilidade dos Bispos diante de todo o processo. Aqui torna-se também claro que para se ser formador de seminaristas não basta ter jeito, ser jovem ou intelectual, mas é necessário cuidar e formar os formadores de seminários. O que se tem feito em Portugal neste âmbito e nesta aposta? Melhor nem falar. Os seminários não são, realmente, uma preocupação do episcopado português.

4.Não existe uma estratégia da Igreja em Portugal de atualização das orientações da Santa Sé para se lidar com os casos de denúncia de abusos sexuais. As situações acontecidas em diversas dioceses manifestam a falta de formação no lidar com estas situações, mesmo até um não reconhecimento das orientações da Santa Sé, com formas díspares e desajustadas entre as dioceses no lidar com diversas situações. A este propósito, torna-se também necessário cuidar e acompanhar as situações de difamações, anónimas ou não, ajuizando de acordo com as orientações. É gravoso para a vítima/sobrevivente de um abuso da parte de alguém, como é moralmente destruidora a difamação que cai em saco roto e por vezes, nem merecedora de comunicados a repor a verdade.

Penso e espero que o “compromisso em renovar a Igreja” comece na nossa Casa-Mãe Igreja Diocesana e em Portugal, com práticas que sejam mais definidoras na revolução das formas que temos tido até aqui”.

 

pedro josé, Bustos / Mamarrosa / Oliveira do Bairro / Palhaça, 03-09-2018. 6676

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Assumpta est Maria: as primícias existenciais no Filho! (homilia secular) 15 Agosto

Assumpta est Maria: as primícias existenciais no Filho! (homilia secular)

Dia Santo, Solenidade: 15 Agosto 2018.

Após ter sido surpreendido com um CABAZ de primícias, á porta do carro, refiz mentalmente os “projetos-de-homilias”, a partir da leitura de, 1 Cor 15,20-27: “(…) Cristo ressuscitou dos mortos, como primícias dos que morreram. (…) Cada qual, porém, na sua ordem: primeiro, Cristo, como primícias; a seguir, os que pertencem a Cristo, por ocasião da sua vinda. Depois será o fim, quando Cristo entregar o reino a Deus seu Pai (…)”. No cabaz, identifiquei os pepinos, alface, couve, cebola… na réplica do sms o esclarecimento genuíno: “rúcula (esta dá para salada, sopa ou quiches) 1 courgete para sopa salteada se cortada muito fina, a abóbora é abóbora manteiga/bebé – desconhecia… – para sopa ou puré de acompanhamento a estufados ou assados. O resto é pacífico”. Foi “disto e daquilo” que conversaram e rezaram Isabel e Maria (cfr. – Lc 1,39-56) além do enjoo na gravidez; e do «como não deixar as pernas: incharem em demasia»… Talvez fosse a conversa mais humana possível: creio eu que foi mais ou menos assim. Sinergia e cumplicidade. Para mais e nunca para menos. «Vida rezada // Oração vivida»: axioma vital para o crente. Fora com o vírus “complexus”.

No horizonte, as pausas e o descanso, em três ciclos, de fim-de-semana, aproximam-se, com trabalho a fazer e desfazer; muitas leituras em atraso; calendários a programar. Re-começa «hoje», o Dia Zero. As «Primícias» materiais, simbólicas, digitais, e sobretudo, as espirituais/relacionais são o meu desafio labor/lazer radical e primordial: aliar o Tempo ao Espaço, para tal como Maria, haja a «assunção» da história, testemunho e serviço, no trânsito/passagem da Morte para a Vida Eterna: Céu de Amor, apesar do Inferno do Desamor, ou do Purgatório do «Desejo de» (“ter água e não ter sede de?!”). Após a celebração de S. Sebastião, em Mamarrosa, do S. Lourenço, em Bustos; doutros padroeiros e vice- padroeiros, em Palhaça e Oliveira do Bairro… Estou ganho em religiosidade crente e no serviço público de cidadania. Temos muito a caminhar em Comunhão, isto é, assumir a Missão em conjunto: (i) como “Maria: Mulher, Mãe e Discípula” (Peregrinação a Fátima: 29 de Setembro – VER/Consultar, http://www.diocese-aveiro.pt/v2/?p=17053 , acesso: 15-8-2018); e (ii) na formação alargada e especializada, pelo curso básico teológico-pastoral – VER/Consultar, http://www.diocese-aveiro.pt/v2/?p=17098, em acesso: 15-8-2018). Exemplos, entre vários.

Hoje, o rescaldo de ontem, nos 52 anos de Sacerdócio do Pe. Arlindo Valente (14-08-1965) [na conversa agregamos o Pe. Abraão, 14-08-1966] e dos 29 anos de vida, do Pe. Gustavo Fernandes (14-08-1989), os antecessores imediatos na linha do tempo… Hoje, o desencontro da agenda pessoal com a comunitária, nos 25 anos de Diácono (e que testemunho de vida!) do Sr. Porfírio Silva… O telefonema resolveu a bem a Gratuidade da Vida, no exercício da Liberdade de Amar & Servir… é Assumpta, também! Votos da paroquiana: “Paz e Saúde”, entre fogos que não ardem; pontes (in)seguras; camas de hospitais não visitadas; encontros noturnos imprevistos; e na imaginação do telefonema fui até à Prelazia de Tromsø, norte da Noruega. Fiz a inversão: O Local é o Universal. Precisamos, urgentemente, de Maria para nos guiar em Igreja-Comunidade-Serviços, à fonte do Sentido: Jesus Cristo, enviado de Deus Pai, à Humanidade ferida e carente. Vou rezar, novamente, uma Avé Maria, silenciosa e mística, como suplicante ação de graças! Como o “anti slogan” da casa comercial: «A nossa Força é: Graça & Serviço». Bem-aventurada Maria porque nos fazes acreditar, tanto quanto nos for necessário respirar no teu colo, como Filhos, Irmãos e Discípulos!

 

pe. pedro josé, Bustos / Mamarrosa / Oliveira do Bairro / Palhaça, 15-08-2018. 3623

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