perguntas de tão sinceras

perguntas de tão sinceras

Como vai estar o estado do tempo? É a pergunta que fazemos e desfazemos na procura do melhor agir e que significa metaforicamente o saber vestir-se a preceito. Vestir-se de acordo com o tempo que faz fora: significa não ir em modas imorais. Não se perder na observância dos boletins do tempo. Serve o tempo, para que não sejas sorvido por ele.

Como se está por dentro no estado d’alma? É a pergunta que não podemos esconder ou espantar para longe. A nossa interioridade é um bem insubstituível. Fazer o «Bem, bem feito». Como? Fidelizar o nosso interior à Verdade da Luz. As sombras do pecado não devem impedir a luz para refazermos o Caminho. A Alma só se salva quando se perde em Deus, diz-nos o Evangelho.

Como vai passar as suas férias? É a pergunta de economia doméstica e ninguém gasta o que não tem direito. A cada Direito preside um Dever. Divergências em férias avulsas e convergências em trabalhos diários. Tempo de férias quem inventou «isso»? As palavras que cruzamos significam que descansar é querer Servir Melhor. Avança quem descansa. As necessidades básicas têm de ser atendidas com Liberdade.

Pedro José, Gafanha do Carmo/Encarnação/Nazaré, 17-08-2017, caracteres (incl. esp) 1108
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caminhar sobre – reflexões (Mt 14,22-33)

caminhar sobre

Reflexões – XIX TC – Ano A –

Mt. 14,22-33: «Jesus foi ter com eles, caminhando sobre o mar».

1.Ouvimos no evangelho: “Jesus foi ter com eles, caminhando sobre o mar”. Queria ter dentro de “mim”, e dentro de “nós”, esta realidade do «caminhar sobre». A iniciativa é de Jesus e esta “andança” sobre o mar é comparável, na pior das tragédias do nosso «Portugalinho», o caminhar sobre as brasas dos incêndios – presentes e passados, não queremos futuros – diante dos números das vítimas directas e indirectas, e suas famílias… Jesus dentro do milagre “ordinário e extraordinário”, continua a vir na nossa direcção. “Isto” é o mínimo da Graça maior da Redenção.

2.Nós por vezes, sem disso termos a menor Consciência Testemunhal, vivemos dentro de uma fé cómoda, instalada, pouco exigente. É um luxo perigoso para nós, pessoalmente e comunitariamente. Existe a Proximidade e ela é real e importante, pois queremos ver resolvidos os nossos problemas… Mas, a coragem do «risco da Fé» é vital para que a Comunidade possa subsistir e confiar em Jesus, na sua presença, na sua protecção.

3.As “ondas” que açoitam o nosso barco representam a hostilidade, a violência, a nossa fragilidade (im)pura … Os “ventos contrários” representam a oposição, a resistência… Quantas vezes na história, nós os discípulos de Jesus, sentimos que estamos perdidos, sozinhos, abandonados, desanimados, desiludidos, incapazes de enfrentar as tempestades… É aí, precisamente, que Jesus manifesta a sua Presença. Ele vai ao encontro dos discípulos “caminhando sobre o mar”.

4.Caminhar de Casa para o Emprego, e vice versa; caminhar com Saúde e sem ela; caminhar com Objectivos claros e com Dúvidas dolorosas; de Casa até Fátima; caminhar para a Igreja Matriz e dela para todos os Lugares… é-um-caminhar-nada-fácil. No Caminho, na Verdade e na Vida o que conta é Jesus: Norte e Bússola, que nos diz: “tende confiança. Sou Eu. Não temais”. Os discípulos acreditaram apesar das dúvidas e nós também saberemos acreditar com esperança e pés decididos.

 

FONTE: Cfr. Adaptado/recriado partir de: http://www.dehonianos.org/portal/liturgia/?mc_id=1527 acesso: 12-08-2017. Pedro José, Gafanha Carmo/Encarnação/Nazaré, 08-07-2017, caracteres (incl. esp) 1920.
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COMUNICADO PAROQUIAL: “Sobre as mudanças dos padres”.

COMUNICADO PAROQUIAL:

“Sobre as mudanças dos padres”

 

 

1.D. António Moiteiro olhando às necessidades da Diocese tornou públicas as diversas nomeações para o ano pastoral de 2017-18. No arciprestado de Ílhavo, vai haver alterações principalmente nas paróquias da Gafanha da Encarnação e Gafanha do Carmo e, indiretamente, na Gafanha da Nazaré. A primeira passará a ter como pároco o Pe Gustavo Fernandes (ordenado, em julho de 2016). A segunda, o Pe Ângelo Silva, que acumulará com a paroquialidade da Praia da Barra e da Costa Nova (este ano completei 20 anos de ordenação juntamente com o Pe. Ângelo e o Pe. Torrão, fomos ordenados juntos em 13-07-1997).

2.Na condição de pároco da Gafanha do Carmo (desde Agosto 2015 e vigário paroquial desde 2013) e da Gafanha da Encarnação (desde Agosto 2015 e vigário paroquial desde 2010) e vigário paroquial da Gafanha da Nazaré (desde 2010), comunico que irei ser pároco das paróquias de Bustos e Mamarrosa (onde trabalhara o Pe Gustavo Fernandes), fazendo a transição até aos fins de Setembro, o que será oportunamente anunciado. Serei ainda vigário paroquial de Oliveira do Bairro e Palhaça, estas paróquias terão como pároco o Pe Francisco Melo, regressado dos estudos em Roma.

3.Procurei falar (mas não o terei conseguido fazer a 100%), pessoalmente e/ou em grupo, com os elementos dos Conselhos Pastorais, dos Conselhos Económicos, dos Órgãos Diretivos do CSP da Gafanha da Encarnação, dos Coordenadores(as) e Responsáveis das Pastorais e Serviços, com diversas Pessoas que me aconselharam no exercício desta Missão, Etc. E fiz desses diálogos/conversas a partilha da Verdade que queremos descobrir e viver juntos, preferencialmente, como pároco, das Paróquias do Carmo e da Encarnação, e menos, na Nazaré, onde resido, como vigário paroquial. Ouvi muitas pessoas e também fui ouvido por muitas pessoas: dou graças ao Espírito Santo. Experimentei fragilidade e transparência, medo e coragem, proximidade e distância, família e união. Estas “mudanças dos padres” nem sempre são desejadas, compreensíveis ou previsíveis. Mas são a vida (a)normal da Igreja em Missão. Na mudança quero olhar o “dedo de Deus” e as “necessidades humanas”. O resto não sei bem, acredito e procuro rezar.

4.Procurei fazer a transição através das pessoas e dos desafios/problemas em cada realidade paroquial diferente. Prestarei Contas Paroquiais, onde ainda não o fiz, e junto das instâncias de direito e como dever de consciência. Em avaliação, muito resumida e infiel, tentarei corrigir as faltas e guardar as graças:

Aos Pobres e desvalidos – não ouvi nem servi como devia, embora os respetivos Grupos Paroquiais da Cáritas, estejam em reformulação nas pessoas e, também, nos recursos físicos em curso; – aos Doentes e às pessoas carentes, na ajuda humana e espiritual – não fui suficientemente vezes ao Hospital ou a Cada Casa indistintamente… Mas ouvi muitas Confissões, celebrei muitas Unções (sacramentais e não só…) que me fizeram crescer como padre; – da Catequese das crianças até à formação dos jovens; – não ouvi nem instrui como devia mas fizemos celebrações fortes (com ajuda e generosidade importantíssima dos Grupos Corais) que deixam sementes a cuidar; – nas Direções de Instituições; nos Movimentos e Serviços Pastorais, nas Comissões de Festas, nos Agrupamentos de Escuteiros; na EAP de Ílhavo; nos Serviços que não consigo retratar e lembrar…– não estive e não acompanhei na devida competência… O “Lugar e Tempo dos Leigos” é insubstituível: padre que não o reconhece “perde oportunidades pastorais…”; – da Oração à formação cristã dos adultos, nas suas várias vertentes; – as «Missas» são a nossa formação permanente e não só…; “o complexo é simples”: fazer uma «visita diária» ao Santíssimo Sacramento, nos sacrários paroquiais…; continuarei a rezar por todos os irmãos defuntos cujos Funerais que “presidi” (difícil doutrina da “comunhão dos santos”: tenho os “santinhos” de todos(as)!!!); no “resto” quase tudo está por fazer e fortalecer, mas nunca estaremos sozinhos… – da atenção e ajuda constante ao Mundo, nas Pessoas e Instituições e Associações diversas… – ouvi e tomei dois dedos de conversa (às vezes depressa de mais…): com muita «boa gente» e dou, especialmente, graças a Deus pelo dom da Tolerância e da Cidadania. Para o «Fim» caminhamos que é tudo o que temos que «ser e fazer»… Hoje e Agora (depois de termos e darmos as Chaves da Obrigação e, sobretudo, da Missão, continuar: “Aprender, Aprender, e novamente Servir”. Quanto mais Aprender a ser Padre/Pároco…, e aprendi com todos os Padres com quem fiz Equipa Pastoral, a partir da Residência da Gafanha da Nazaré (Pe. Francisco Melo, Pe. Hélder Ruivo, Pe. João Santos, Pe. João Sarrico e Pe. César Fernandes), e no Arciprestado de Ílhavo, ao longo destes 7 anos, melhor será o “meu” Serviço às Comunidades presentes e futuras.

5.Continuo a pedir a Vossa Oração (temos de enviar «mais» Pré-Seminaristas e Seminaristas, como já o fizemos, com ajuda de Catequistas e das Famílias, bem como «promover» todas as Vocações de Consagração e temos de o fazer de Coração «mais» generoso… ). Peço o Perdão pelos meus erros/falhas pastorais e humanos, e pelo temperamento impaciente. A Bênção de Maria, para cada um de Nós e nossas Famílias, como Mãe da Igreja e respetivas Padroeiras em Cada Comunidade, nos acompanhem sempre na Vida e no Serviço. Mais duas palavras finais: Muito Obrigado e a Vossa Oração é Muito Importante!

Pe. Pedro José, pároco da Gafanha do Carmo e da Gafanha da Encarnação, e vigário paroquial, da Gafanha da Nazaré, 04-08-2017.

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NOMEAÇÕES 2017-2018 – Diocese de Aveiro (02-08-2017)

NOMEAÇÕES 2017-2018 – Diocese de Aveiro (02-08-2017)

Ao longo do ano pastoral que se aproxima e para o qual vão ser feitas as nomeações na nossa diocese de Aveiro, pretendemos promover a caridade pastoral como critério identificador do ser e da missão dos respetivos agentes, particularmente dos ministros ordenados, que expressam desse modo o ser e o agir de Jesus, Bom Pastor, que se fez próximo de todos, nomeadamente dos mais fragilizados, e sejam testemunhas do Evangelho da alegria na Igreja em saída missionária.

Os bispos recebem, tal como ensina o concílio Vaticano II, o encargo de servir a comunidade cristã, juntamente com os sacerdotes e os diáconos, e presidir em nome de Deus às comunidades de que são responsáveis, a fim de a missão confiada por Jesus aos seus apóstolos seja continuada pelos pastores que são colocados à frente da sua Igreja (cf. LG 20).

As nomeações para o próximo ano pastoral devem suscitar o que o Papa Francisco pede a toda a Igreja e, portanto, também a cada um de nós: «Sonho com uma opção missionária capaz de transformar tudo, para que os costumes, os estilos, os horários, a linguagem e toda a estrutura eclesial se tornem um canal proporcionado mais à evangelização do mundo atual que à autopreservação» (EG 27).

Tendo em conta todos estes princípios, as nomeações deste ano são as seguintes:

Vigário geral

Manuel Joaquim Estêvão da Rocha – Vigário geral da diocese de Aveiro, tendo já sido nomeado no passado dia 4 de julho e tomado posse em 7 seguinte.

Seminário Santa Joana

Equipa formadora: P. João Marques Ferreira dos Santos – Reitor;

Leonel Santiago Abrantes – Formador;

Diretores Espirituais: P. Paulo Cardoso da Cruz e P. Armando Batista da Silva SCJ, com a devida autorização do seu Provincial.

Centro Universitário Fé Cultura (CUFC)

Leonel Santiago Abrantes – Diretor do CUFC, com a colaboração do P. João Marques Ferreira dos Santos.

Párocos

João Miguel Araújo Alves – Pároco da paróquia da Vera Cruz, no arciprestado de Aveiro.

Francisco José Rodrigues de Melo – Pároco das paróquias de Oliveira do Bairro e Palhaça, e Vigário Paroquial das paróquias de Bustos e Mamarrosa, no arciprestado de Oliveira do Bairro.

Pedro José Lopes Correia – Pároco das paróquias de Bustos e de Mamarrosa e Vigário Paroquial das paróquias de Oliveira do Bairro e Palhaça, no arciprestado de Oliveira do Bairro.

Alberto Guirao Gomariz – Pároco de Paradela, no arciprestado de Sever do Vouga, mantendo a paroquialidade de Sever do Vouga.

Licínio Manuel Figueiredo Cardoso – Pároco de Cedrim, no arciprestado de Sever do Vouga, mantendo a paroquialidade de Silva Escura e Dornelas.

António Francisco da Silva Cabeça – Pároco de Couto Esteves, no arciprestado de Sever do Vouga, mantendo a paroquialidade de Pessegueiro do Vouga e Rocas do Vouga.

Ângelo Manuel Pereira da Silva – Pároco da Gafanha do Carmo, no arciprestado de Ílhavo, mantendo a paroquialidade de Costa Nova do Prado e Praia da Barra.

Gustavo André da Silva Fernandes – Pároco da Gafanha da Encarnação, no arciprestado de Ílhavo, acumulando com os anteriores ofícios na Secretaria da Diocese.

Ivanil José Portela – Administrador Paroquial de Ouca e Vigário Paroquial de Vagos, no arciprestado de Vagos.

Narciso Perpectua Amoro, SVD – Colaborador Pastoral das paróquias de Lamas, Segadães e Trofa, no arciprestado de Águeda.

Alberto Nestor Camões Rodrigues Sobral – Colaborador Pastoral da paróquia da Glória, no arciprestado de Aveiro, mantendo o múnus de Chanceler da Cúria Diocesana.

José Manuel Marques Pereira – Responsável da equipa para os diáconos permanentes, acumulando com a paroquialidade de Fermentelos.

Outros serviços pastorais

João Gonçalves – Diretor da Casa Sacerdotal Santa Joana Princesa, acumulando com os anteriores ofícios.

Diáconos permanentes

Diác. José Augusto Pereira da Silva – Colaborador Pastoral da Paróquia de Oiã, no arciprestado de Oliveira do Bairro.

As tomadas de posse serão coordenadas com os respetivos arciprestes e deverão ocorrer até ao fim de setembro.

Aveiro, 31 de julho de 2017 (Memória de S. Inácio de Loiola)

+ António Manuel Moiteiro Ramos, Bispo de Aveiro.

FONTE: http://www.diocese-aveiro.pt/v2/?p=15182,  acesso: 02-08-2017.

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Sobre a mansidão de coração – Mt 5,5: «mansos de coração».

Sobre a mansidão de coração

Mateus 5,5: «mansos de coração».

O pôr em prática a terceira bem-aventurança: a dos “mansos de coração” (Mt 5,5). É, de todas, a bem-aventurança que mais pode tocar a nossa sensibilidade nestes tempos de AGRESSIVIDADE…, porque é aquela que mais luta dá no auto-domínio…, aquela que pode exigir de nós o reaprender: o acolhimento afável de quem se aproxima e bate à porta, o diálogo atento e paciente com quem nos aborda, nem sempre com as motivações tão justas e tão esclarecidas quanto desejamos!

É a mansidão de coração que permite desarmar as variadas resistências, por parte dos que nos olham e nos abordam e, quantas vezes, se aproximam de nós “com duas pedras na mão“. E dar a outra face é vencer o mal com o bem, a amargura com a docilidade, a arrogância com a humildade.

Na palavra de Deus, na leitura da Profecia de Zacarias, há uma imagem tão sugestiva do Messias que troca os cavalos de combate pelo seu humilde e manso “burrinho – jumentinho, filho duma jumenta… tão fora dos nossas modas…- de carga” (Zc 9,9-10; Mt 21,4; Jo 12,15), desafia-nos a todos, aos pastores e aos fiéis, aos cidadãos e aos candidatos à liderança…, a não cedermos à agressividade, a não cairmos na tentação de “falar de cima da burra“, de nos pormos em bicos de pés, pois o que devemos, em primeiro lugar, é aprender a “descalçar os pés diante da terra sagrada do outro” (EG 169, cf. Ex 3, 5).

No final de um ano pastoral…, do nosso Trabalho…, da Escola e exames, dos Problemas Familiares, talvez nos sintamos mais cansados, com os “nervos à flor da pele”, já sem grande paciência para “aturar” ou “suportar” os que se aproximam de nós, a pedir ou a reclamar alguma coisa. Por isso, reconquistar a mansidão de coração é ACREDITAR na palavra que nos faz levantar o ânimo: «Vinde a Mim todos os que andais cansados e oprimidos e Eu vos aliviarei» (Mt 11,28).

Na verdade, a mansidão do coração não é instintiva; ela exige uma imersão e uma conversão do coração, em sintonia com o coração de Jesus, Humilde e Servidor…

Muitas vezes quase mortos de cansaço, stressados, incompreendidos, esquecidos… prostremo-nos em adoração, e digamos simplesmente, em oração: Senhor, por hoje basta! Queremos ser guiados pelo sopro do Teu Espírito Santo, que é descanso na luta e na paz, na justiça e na dignidade.

FONTE: Cfr. Adaptado partir de:  http://paroquiasenhoradahora.pt/index.php/component/k2/item/657-liturgia-e-homilia-no-xiv-domingo-comum-a-2017 , acesso: 08-07-2017. Pedro José, Gafanha Carmo/Encarnação/Nazaré, 08-07-2017, caracteres (incl. esp) 2254.
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Bodas de ouro sacerdotais do padre António Graça da Cruz (Pároco de Santa Maria da Murtosa e São Lourenço de Pardelhas).

Bodas de ouro sacerdotais do padre António Graça da Cruz

 

– Pároco de Santa Maria da Murtosa e São Lourenço de Pardelhas, Diocese de Aveiro –

“O P.e António Graça da Cruz, pároco da Murtosa e de Pardelhas, celebra durante o mês de julho o jubileu dos 50 anos de ordenação presbiteral. As comemorações começam na sexta-feira, 7 de julho, com a iniciativa “História de uma vocação”, que  conta  com  o  testemunho do sacerdote e 3 intervenções  musicais  do  Eccos  Ensemble  Vocal,  da  maestrina  Mónica  Lacerda Pais e da pianista Francesca Serafini.  Acontece  às  21h30,  no Salão Nobre da Câmara Municipal da Murtosa.

No  dia  14  de  julho,  às  21h30, na  Comur  (Museu  Municipal  da Murtosa  –  antiga  “fábrica  das  enguias”), serão projetados excertos o filme “Silêncio”, que serão comentados  pelo  P.e  João  Caniço,  jesuíta  como os protagonistas do filme e promotor da canonização dos Mártires do Japão.

No  dia  21  de  julho,  o  professor  (de  Educação  Moral  e  Religiosa Católica)  e  humorista  Nuno  Cocharro  apresenta  “Deus  é  humor”  – uma sessão principalmente destinada  aos  jovens,  no  salão  paroquial de Pardelhas, às 21h30.

No dia 28 de julho, na Igreja da Murtosa,  realiza-se  uma  vigília  de  oração  vocacional.  Tem  início  às  21h30.

No dia 30 de julho, pelas 16h00, concluindo  as  comemorações,  D. António  Moiteiro  preside  à  Eucaristia de ação de graças, pelas 16h, no Parque da Saldida, seguindo-se um lanche-convívio aberto a todas as pessoas.

Natural do lugar da freguesia de Águeda  (lugar  de  Assequins,  29-09-1937),  António  Graça  da  Cruz  foi ordenado por D. Manuel de Almeida  Trindade,  na  Sé  de  Aveiro, no  dia  30  de  julho  de  1967.  Com  ele   foram   ordenados o diácono Victor  José  Mónica  de  Pinho  e  os  padres Augusto Fernandes da Costa  e  Manuel  João  dos  Santos  Cartaxo, já falecidos.

Como padre, foi ecónomo e professor no Seminário de Aveiro, colaborou  em  Estarreja  e  deu  aulas de Educação Moral e Religiosa Católica.  Foi  capelão  militar  na  Guiné-Bissau e em Angola. Foi pároco da Borralha, Belazaima do Chão e Agadão, em Águeda, e de Vilarinho do Bairro, Amoreira da Gândara e Ancas,  em  Anadia.  Desde  1996  é  pároco de São Lourenço de Pardelhas. Em 1997 assumiu a paroquialidade de Santa Maria da Murtosa. Esteve também com a paróquia de Santo  António  do  Monte  de  2005  a 2008”.

P.S. A esta notícia acrescento um dado pastoral: “…no ano de 1987 sendo meu Pároco, o Pe. António Cruz, na Paróquia da Borralha, acolheu-me a mim e aos meus pais no diálogo de discernimento vocacional; e posteriormente, levou-me no seu próprio Jeep, para poder participar no Estágio de Admissão ao Seminário de Aveiro. Foi devido ao seu acolhimento e diligências que dei entrada no percurso vocacional, tendo sido ordenado 10 anos depois, em 1997. Agradeço eu e minha família, o seu apoio imprescindível como pastor nessa altura”, Pe. Pedro José (05-07-2017).

FONTE: in Correio do Vouga, 05-07-2017, p.02.

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Mensagem da Conferência Episcopal Portuguesa «Solidários com as vítimas dos incêndios» (21-06-2017)

Mensagem da Conferência Episcopal Portuguesa

 «Solidários com as vítimas dos incêndios»

Reunidos em Fátima, nas Jornadas Pastorais e em Assembleia Plenária extraordinária, nós, os Bispos portugueses, acompanhamos com dor, preocupação solidária e oração a dramática situação dos incêndios que provocaram numerosas vítimas e que estão a causar enorme devastação no país.

Partilhamos, antes de mais, a dor dos que choram os seus familiares e amigos que perderam a vida, pedindo a Deus que os acolha junto de Si. Manifestamos igualmente o nosso reconhecimento e apoio aos bombeiros, às organizações de socorro e aos numerosos voluntários, nacionais e estrangeiros, que envidam todos os esforços para salvar vidas, minorar danos e evitar a perda de pessoas e de bens, mesmo à custa de canseiras e riscos pessoais.

Na sequência do que afirmámos na Nota Pastoral de 27 de abril de 2017 «Cuidar da casa comum – prevenir e evitar os incêndios», estamos conscientes da necessidade de medidas mais preventivas, concretas e concertadas sobre esta calamidade que todos os anos atinge o nosso país. Neste momento, porém, em cada uma das nossas Igrejas diocesanas, sentimo-nos próximos e comprometidos com a situação dramática dos que sofrem. A partir das nossas comunidades cristãs, das Cáritas Diocesanas e da Cáritas Portuguesa, e de outras instituições eclesiais, participamos no esforço de acudir às vítimas, providenciar meios de primeira necessidade e colaborar no ressurgir da esperança, da solidariedade e do alento para reconstruir a vida e o futuro.

Pedimos a todas as comunidades cristãs e a quem deseje associar-se que, além de outras iniciativas solidárias, dediquem a oração, o sufrágio e o ofertório do primeiro domingo de julho a esta finalidade e que enviem o produto desta recolha fraterna para a Cáritas Portuguesa [Conta Cáritas na CGD: 0001 200000 730 – IBAN: PT50 0035 0001 00200000 730 54], a fim de ser encaminhado com brevidade para aqueles que necessitam.

Fátima, 21 de junho de 2017

FONTE: http://www.conferenciaepiscopal.pt/v1/solidarios-com-as-vitimas-dos-incendios-mensagem-da-conferencia-episcopal-portuguesa/ , acesso: 30-06-2017.

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