“Vossemecê que me quer?”, Igreja Matriz Gafanha da Encarnação – in “Correio do Vouga” (24-05-2017).

“Vossemecê que me quer?” na Gafanha da Encarnação – Jornal “Correio do Vouga” (24-05-2017).

“Os centenários das Aparições de Fátima e da Primeira Grande Guerra servem de mote para o espetáculo “Vossemecê que me quer?”, que o grupo informal “Pedras Vivas” vai levar à cena no dia 27 de maio, a partir das 21 horas, na Igreja Matriz da Gafanha da Encarnação.

O guião conjuga “as aparições de Fátima com a época que então se vivia, com destaque para a Primeira Guerra Mundial”, refere Ana Caçoilo, que explica: “Fizemos histórias fictícias sobre a vertente da guerra, as quais são intercaladas com as cenas alusivas às aparições de Fátima”. Estas últimas, “em  que os pastorinhos são os protagonistas principais, são baseadas no livro «As memórias da Irmã Lúcia», e seguem a história que todos nós conhecemos sobre esses acontecimentos ocorridos na Cova de Iria, no ano de 1917”.

Para o espetáculo, o grupo “Pedras Vivas” selecionou três aparições: “a primeira, a aparição em que Nossa Senhora falou aos pastorinhos sobre o inferno, e encerramos esse capítulo com o Milagre do Sol“.

De realçar que em nenhuma cena surge a Nossa Senhora de Fátima. “Preferimos que cada espectador crie a sua própria imagem de Nossa Senhora de Fátima, conforme a sua sensibilidade e imaginação. No entanto, são sempre audíveis as palavras que Nossa Senhora de Fátima transmite aos pastorinhos”, explica Ana Caçoilo. No Milagre do Sol, “vamos criar um efeito multimédia, com som e luz a cargo de profissionais, no que temos o apoio da Junta de Freguesia da Gafanha da Encarnação na cedência dessa equipa, facto que agradecemos”, afirma.

As histórias sobre a guerra alargam-se não só ao conflito propriamente dito, mas também “à sua repercussão nas famílias e nas pessoas amigas daqueles que iam para a guerra, ou seja, aqueles que cá ficaram e que estavam sempre a aguardar notícias dessas terras longínquas onde grassava o conflito, notícias que nem sempre eram boas”.

O ponto fulcral dessas histórias de guerra é inspirado no poema “O menino da sua mãe”, de Fernando Pessoa. A partir do poema, “criámos as diversas personagens, como um menino, uma mãe, uma vizinha e um carteiro, para darmos consistência à história”, adianta Ana Caçoilo.

Em palco, estarão cerca de seis dezenas de pessoas, entre atores, músicos e coralistas, a que se junta ainda a equipa de som e luz. Para além da Junta de Freguesia da Gafanha  da  Encarnação, o grupo “Pedras Vivas” conta com o apoio da Paróquia da Gafanha da Encarnação e de um vasto conjunto de colaboradores”.

POR Cardoso Ferreira, in Correio do Vouga (24-05-17), p.2.

 

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