Modo de ser: assunção da vida cristã: para além da pastoral.

Modo de ser: assunção da vida cristã:

para além da pastoral.

“O homem não é criatura das circunstâncias.As circunstâncias é que são criaturas do homem”. Benjamin Disraeli (1804-1881), novelista e político inglês, in Público, 15-08-16.

A Vida não complicada mas simplificada, no testemunho mariano presente nos evangelhos. “Tudo” o que dizemos de Maria, em Igreja, o dizemos para (per)seguir Jesus, seu Filho de Nazaré. E o dizemos para que na condição humana o “privilégio” seja lido como “Dom”. Não façamos Deus “ausente” quando são as nossas ausências a presença ordinária em nossas vidas (in)comuns, como as que são vividas por nós sem querer.

A reintrodução na humildade do sacramental do escapulário (desígnio da devoção, como Senhora do Carmo, a título de exemplo não criativo…). A via-sacra ministerial do Sacerdócio vivido na cama do hospital, antevendo a falência múltipla dos órgãos vitais, como não-liberdade libertadora, no ato-de-entrega-até-ao-fim. Tudo vestígios. Paciência com Deus. Impaciência inumana?!

Muitas as vivências já não escritas, em sangue e suor, porém intocadas pela Graça imerecida. Falta a Coragem para ser mais e melhor. “Sabendo que o bom é inimigo do óptimo”. Não conseguir reavaliar a ortografia da “Fé Futura”. Estar exilado na Bonança do passado onde para ler e ser lido, não haveria diferença substancial e existencial. Que os dias santos de guarda, mais-que-guardados, nos guardem de nós mesmos infiéis… “Dormição Ressuscitadora”, urge!

«Onde há vida, há problemas». Cabe a distinção entre problemas vitais e acessórios. Os ornamentos não tiram o lugar e o tempo da obra vital. E quando nos roubam o Tempo para Ser? Levantar e seguir em frente. Lentamente, na doação, não ceder no orgulho ferido. Amor é “êxtase” e “êxodo”, neste processo Maria é o Farol onde brilha, a Luz das luzes, Jesus Cristo. Precisamos do «NÃO» decisivo aos holofotes virtuais!

Feliz Festa da Assunção! Falta o cumprir e o cumprimento para servir o melhor possível.

Pedro José, Gafanha do Carmo, da Encarnação e da Nazaré, 15-08-2016, Caracteres, 1740.

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