Sobre o “BREXIT”: os dias seguintes.

 

Sobre o “BREXIT”: os dias seguintes.

 

 

  1. Tanta” informação, “pouca” formação – O «Euro» não é matéria de consenso. Nunca o foi. Terá que o ser se não for por unanimidade será exclusividade. Se a «Grã-Bretanha» sair, a Europa perde uma Amiga. Uma nação com Democracia robusta, uma sólida Economia e um Exército forte. Sou pela não-saída dos ingleses, melhor dos britânicos. Não sou eurocéptico porque a Europa, «Comunidade de Bens e Serviços», nunca deveria ser posta em Causa. Os problemas são as contas de quem gasta e não paga. Nenhum dos problemas que a Europa tem pela frente ficará resolvido. Podemos, a partir do dia 23 Junho de 2016 (3 dias depois haverá legislativas em Espanha…), estar a assistir à criação de um «mega-problema» para o qual não haverá retrocesso. Sem drama e com muita trama à mistura.

 

  1. A parábola onde a realidade supera a ficção” “Se perder uma moeda e alguém a encontrar, não posso provar que é minha. Ora bem, eu perdi uma moeda no mesmo sítio onde foi encontrada uma”. Não queremos novamente uma “guerra religiosa” entre Católicos e Protestantes. Contamos com quem não apenas “confessa” Deus mas “professa” Humanidade. A “geringonça” europeia tem de acabar – passamos da extrapolação nacional para a europa e o contrário também. Não queremos uma “geringonça” a trabalhar; queremos um projecto europeu. Queremos o “original” e não as “cópias de baixa qualidade”. Trabalhar e trabalhar. Integrar e acolher: sem ode ao Medo.

 

  1. “Juntos somos mais fortes” – Ninguém deseja provar o contrário. Ninguém deve continuar a “brincar com o fogo” (a não ser que seja “bombeiro” preparado e prudente!?…). Se não há Futuro em comum, não há Vida em comum. Subsidiariedade e Solidariedade. Justiça e Paz. Liberdade e Economia. Erro e Virtude. A União Política na base da Relação do Direito. Todos temos “euro-obrigações”, ninguém está de fora. Apenas notas soltas que estão presas de Realidade. Entre «todos» e «ninguém» o melhor resultado é o empate técnico. Não podemos correr o risco moral e ético da irresponsabilidade. Não é possível assobiar para o lado. Nossos telhados de vidro são nossos por inteiro. «Possam os teus filhos viver tempos interessantes».

 

 

Pedro José, Carmo/Encarnação/Gafanha da Nazaré, 22-06-2016, caracteres (incl. esp) 2142

 

 

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