Dia Paroquial do Doente e do Idoso – IIIº Dom / Quaresma – Ano C (28-02-2016)

Dia Paroquial do Doente e do Idoso

 

IIIº Dom / Quaresma – Ano C

 

 

Ex 3, 3: «Então disse Moisés: «Vou aproximar-me, para ver tão assombroso espetáculo: por que motivo não se consome a sarça?».

1Cor 10,12: «Portanto, quem julga estar de pé tome cuidado para não cair».

Lucas 13, 8: «Senhor, deixa-a ficar ainda este ano, que eu, entretanto, vou cavar-lhe em volta e deitar-lhe adubo…».

1.A nossa Vida por vezes, ou até na maioria das vezes, está marcada por um ritmo frenético, correndo de um lado para o outro, sem parar e reparar no que é mais importante. O dia paroquial que hoje celebramos dentro da caminhada quaresmal – «Ama ao Modo de Deus» -, quer chamar atenção para a realidade do envelhecimento (dia do Idoso…) e para a realidade do sofrimento e da dor (dia do Doente…). Realidades que não podem ser escondidas, ignoradas, ou esquecidas. Nada daquilo que é profundamente humano nos pode ser indiferente enquanto pessoas e como comunidade.

2.O envelhecimento e a doença podem vir até nós sem que estejamos preparados e podem persistir mesmo quando contra eles lutamos afincadamente. Temos de assumir o nosso envelhecimento, individual e dentro da família, e sentir que na vivência da doença existe uma leitura de fé para o sofrimento humano. Os idosos e os doentes, na maioria das vezes andam sempre juntos, são pessoas concretas, com rosto e história partilhada connosco. Temos de aprender a viver juntos combatendo a solidão, o abandono, etc. e procurar praticar, cada vez mais, as soluções de proximidade mais justas e dignas.

3.Através da celebração comunitária do Sacramento da Unção, queremos em Jesus Cristo, que verdadeiramente assumiu a condição humana, receber a força capaz de dar o Sentido da vida divina para a nossa fragilidade, como pessoas carentes, sendo desafiados a crescer na qualidade da relação humana. Compreendendo e respeitando os doentes e os idosos, perceberemos a Vida como um Dom, frágil e misterioso, que devemos defender, cuidar e amar até ao fim. A nossa disponibilidade, como pessoas voluntárias ou não, a solidariedade (pessoal e institucional), o esforço de apoio mútuo e o serviço em parceria, dão sentido pleno a este Dia Paroquial. Bem-haja a todos que fizeram este dia realidade! Fazendo da Misericórdia de Jesus, o Rosto e a Obra, partilhada por todos!

PS. Na véspera sábado, paralelamente, às 16H00, missa com a tomada de posse de MEC da Gafanha da Nazaré, dia de peregrinação jubilar, excelentemente, organizado pelo Departamento da Liturgia, com a presença de todos os ministérios litúrgicos, na Sé em Aveiro… não posso “fazer” mais a ubiquidade. Serviu para ter a consciência de que não tenho feito o meu “TPC”…].
 Pe.Pedro José, Gafanha Carmo/Encarnação/Nazaré, 26-02-2016, caracteres (incl. esp) 2595. FONTE: Cfr. TERRA, Domingos, SJ, “O Doente e a Sociedade” in Agenda da Igreja a incluir na agenda pessoal, Editorial A.O., Braga, 1997, pp. 29-36.
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