Encerramento de mandato CDJP – Aveiro (9-11-2015)

Associo-me ao conteúdo expresso neste e-mail – abaixo transcrito -, de fim de mandato da CDJP – Aveiro, declarando sumariamente que muito aprendi no trabalho, inspirado na Doutrina Social da Igreja (DSI), que foi sendo partilhado e realizado pela Comissão, e sobretudo, do exercício da liderança, em tempos difíceis que são os da Fé comprometida criticamente com a Vida (pessoal e social), do Presidente cessante, Prof. Manuel Sousa, que motivou sempre o secretariado permanente a que pertenci. O que de “pouco” e “bom” (…com e sem aspas, poderíamos ter feito muito «Mais» e «Melhor»… assim fosse assumida eclesialmente a prioridade pastoral pela DSI) fizemos deveu-se à sua liderança competente, coerente e crítica, que tivemos ao longo deste mandato, manifestado sempre no seu discernimento lúcido e possível, que imprimiu em cada iniciativa e postura alcançada pela CDJP – Aveiro. Pe. Pedro José – Assistente (Área – Gratuidade e Vocação), 9-11-2015.

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“Estimadas e caros membros da Comissão Diocesana Justiça e Paz,
Amigas e amigos deste caminho (iniciado juntos no dia 19 de novembro de 2011),

Como já foi partilhado entre nós, a missão é constante e nunca está completa. Também neste setor específico o caminho continua em constante atualização porque ” ​a Comissão Diocesana Justiça e Paz, com as suas atribuições e composição pode e deve ser uma presença atenta, um espaço de reflexão séria, uma chamada de atenção oportuna, uma voz respeitosa de denúncia, sempre que estão em causa valores humanos e sociais a apoiar, a estimular, a defender e iniciativas a propor e a acompanhar.” (D.António Marcelino, 1.11.1998).

Com a constituição de uma nova Comissão, encerramos o nosso mandato que, simbolicamente, marco com o dia 9 de novembro ​, amanhã portanto. Passa o aniversário da promulgação da Encíclica Qui Pluribus (sobre a fé e a religião), do Papa Pio IX, de 1846, onde destacou a tentativa de sobreposição do liberalismo político sobre a religião, condenando-o, assim como o indiferentismo religioso perante a mesma corrente de pensamento e ação, que vinha a ganhar protagonismo social, através da condenação do racionalismo, em que a razão era colocada como superior à fé. Como é do nosso conhecimento, esta encíclica é em muitos quadrantes aceite como o momento primeiro, fontal​, da Doutrina Social da Igreja que, claro, ganha “corpus” com a Rerum Novarum, de Leão XIII, em maio de 1891.

Aproveito a ocasião para renovar o agradecimento pela partilha de responsabilidades que percorremos juntos. Muito obrigado!
Até breve, se Deus quiser.

Cordialmente, Manuel Oliveira de Sousa”.

 

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