Nota sobre a Metafísica da Tentação

Nota sobre a Metafísica da Tentação

Como é possível a tentação? Como não é suficiente constata-la é necessário explica-la.

Nunca falamos da tentação de fazer o bem. Não há a tentação da virtude. Refletimos agora no sentido ordinário da Moral: a tentação é o desejo de fazer o mal. Como isso é possível? O ser humano não deseja naturalmente o bem? O cristianismo transporta uma novidade na moral. “Não faço o bem que quero e faço o mal que não quero” (Rm 7,15).

Paradoxo e Testemunho. Se quisermos estabelecer uma doutrina sólida e unificada, temos que partir da “metafísica do bem e do mal”. Esta metafísica é essencialmente “psicológica”. Acabei de Ler: Jacques Leclerq, “A Tentação” in AAVV, Pastoral del Pecado, Editorial Verbo Divino, Estella, 1966, pp. 31-98. Há caminhos mais que respostas e soluções. ENTRETANTO, vou sentar-me nos bancos da Igreja matriz de Chapadinha e “farei” do Pecado um “laboratório/lavandaria” para o Bem e para a Graça; sendo instrumento de Deus: do Espírito de Penitência e de Reconciliação. Acreditar nas propriedades transcendentais do Ser (Bem, Verdade, Bondade e Beleza): mesmo desmascarada a Tentação do mal voltará…

Pedro José, Chapadinha MA, 09-09-2014, caracteres (incl. esp), 1115.

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