escrevinhar «os presentes de natal».

 

escrevinhar «os presentes de natal».

 

 

“A Caridade é a Fé em acção” – http://www.caritas.pt

 

Os tempos não estão para facilidades e na substância concordo com todos os pessimistas lúcidos que falaram/escreveram sobre o-espírito-de-natal no seu lado avesso. Vivemos o natal mais triste e entristecedor desde sempre!? Como cada um se julgará eterno no seu efémero «dia» presente. E eis o confronto com a “abjecta pergunta”: Que presente de natal vais oferecer a ti próprio este ano?

Livros…, roupa…, telefonar aos amigos, que não têm férias merecidas há décadas…, falar e/ou estar com as pessoas sem concessões…, celebrar a reconciliação sacramental e não só; viajar fora do quarto…; rezar uma novena; beber um vinho do porto com a família depois da ceia de natal, no regresso da missa do galo; não ver mais o lixo televisivo à época (mas ter nas mãos bons DVDs…); etc. A lista é infindável consoante “o” gosto e “o” bolso. Sei que não há inocência sem o reparo da justiça distributiva.

Mas ao contrário do muito que nos façam acreditar: no nosso «bolso» não reside o problema primordial. O primeiro problema primordial é a Fome (como Condição ontológica, o segundo é talvez a Saúde Integral). «O meu pão é um problema material. O pão do outro é um problema espiritual». Mais do que isso. Feitas as contas espirituais sem rigorismo, mas com afecção de Corpo e Espírito. Olhei para a nova série da Revista Cáritas (Série II, nº1, Mai. Set. Dez. 2013) e disse é «isto». Meu consumo é ofertar-se!? Aprender a rezar na Era da Técnica. É urgente agir sentado no sofá!?

Passei o cheque, – não passei a Consciência (e só aqui valia outra inflexão…), como “assinante solidário”. O custo normalizado é apenas de 5.oo euros. Dei os parabéns ao Director da revista. Está excelente! (recomendei duas vezes!). São 48 páginas de criatividade, fidelidade, honestidade e compromisso social renovados. No resto, os «meus» presentes… estão todos a caminho de: na medida do possível. Da assinatura enquanto «leitura da realidade»: sei que preciso converter o meu egoísmo radical. Só assim serei a Dádiva para a «Vida Plena» do Próximo. De quem me decido continuar Aproximar e Servir.

 

 

 

Por: Pedro José, Gafanha da Nazaré / Encarnação / Carmo,

20-12-2013. Caracteres (esp.incl.): 2066.

 

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