Poema para Jorge Bergoglio: Papa Francisco

(Gostava – “simplesmente” –  de lhe recitar este poema, para que a Memória de Francisco, da Igreja Católica, da sua vida inteira, não se perca como memória futura: esperança de mudar. uma escolha da literatura latino-americana. Pedro José)

MEMÓRIA

Amar o perdido

deixa confundido

este coração.

Nada pode o olvido

contra o sem sentido

apelo do Não.

As coisas tangíveis

tornam-se insensíveis

à palma da mão.

Mas as coisas findas,

muito mais que lindas,

essas ficarão.

AUTOR: DRUMMOND de Andrade, Carlos, Antologia Poética, Ed. Record, p.238.

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