Não digamos mais Amen!

       

       “Nunca o olho do ávido dirá, assim como não o dizem jamais o mar e o Inferno: a mim basta” Mateo Alemán (1547-1614), escritor espanhol (in Público, 24.09.2012) que retrata ainda bem o que acontece nas “Ruas de Madrid”, séculos depois…, numa Europa que não sabe gostar de si mesma e por tabela arrasta para o fundo a “Ideia-de-Europa”, como bem-estar-colectivo, à qual ninguém quer ajudar, mas diante da qual “todos” querem repetir no modo-de-viver. Instala-se a “lei da selva”; esquecemos o Amor como fruto da Justiça e da Dádiva. Não respeitamos mais as crianças e os idosos. É tempo de voltar ao essencial. Há uma tristeza de barriga-cheia e sonhos ausentes!? Na terra, no mar, nos livros e nas ferramentas (de suor e sem poluição…), bem como dentro de cada um de nós, estará o trabalho apagado e útil, de sabermos rezar com a Cruz-de-cada-dia, isto é, não roubarmos mais o Pão-de-cada-dia, a quem de Direito, por Dever solidário. Não digamos mais Amen!

                                  Pedro José, Gafanha da Nazaré/Encarnação, 26-09-2012.

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