Após as eleições, o trabalho a fazer.

 

Após as eleições, o trabalho a fazer.

  

      Estou aliviado a partir do ser e não do ter. Votei como nunca tinha votado. Foi numa perspectiva de quantidade. Embora entenda o voto útil de forma inútil. Ganhou o direito à Vida (absoluto só Deus e os pobres…), à Liberdade (ela começa quando termina o Medo…) e à Propriedade (entenda-se a Solidariedade e Subsidiariedade na partilha…). Portugal está (ainda estará…) à beira da bancarrota e poderá vir a sair do euro (o exemplo dramático da Irlanda do Norte e da Grécia… não somos melhores nem piores; somos responsáveis por nós e pela nossa História de país: cultural, geográfica, económica e principalmente, religiosa: podem virar a cara todos os republicanos anti-clericais…). O cumprimento do acordo assinado antes das eleições por PS, PSD e CDS com a Comissão Europeia, O Banco Central Europeu e o Fundo Monetário Internacional é literalmente para cumprir, dentro de prazos apertados e rigorosos.

      Meu credo político é apolítico. Nem acima, nem abaixo, nem ao lado, nem muito menos, atrás ou à frente; sempre dentro das coisas: é que as coisas são como são. Pensar com a cabeça direita, muito direita… evitando pensamentos “tortos” e agir a partir do lugar onde o meu coração sempre esteve e estará. Acredito mais uma vez no milagre da Democracia. A Democracia é a obra comum de partidos rivais. Meu partido é pelo “sonho em carne viva de Deus”: seu filho Jesus Cristo, de Nazaré. A sua leitura política é apenas estruturante e não ontológica. O nosso país político mudou. Eu continuo a acreditar na fidelidade à Alma Portuguesa. O nosso acreditar está depositado (poupar versus gastar) no exercício da nossa melhor resposta comum. Após as eleições eis o compromisso do voto: trabalho sério! Seriedade libertadora. Voto não tem preço: tem consequências. O milagre é a tomada de consciência pelo trabalho a realizar. Vamos dar as nossas mãos e já agora os pés também. Pois o futuro faz-se caminhado em direcção ao Horizonte.

 

Por: Pedro José, Gafanha da Nazaré, 06-06-11. Caracteres (esp.incl.): 1927.

 

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