“HOMOSSEXUALIDADE TENDÊNCIA A TRABALHAR OU A SUBLIMAR?” – Boletim Vida Nova – Versão Online, Paróquia N. S. das Dores – Chapadinha – MA (08/08/2010)

 

 

 

 

HOMOSSEXUALIDADE TENDÊNCIA

 

A TRABALHAR OU A  SUBLIMAR ? (*).

 

 

"Homossexualidade" designa as relações de homens e mulheres que sentem atração sexual, exclusiva ou predominantemente, por pessoas do mesmo sexo. Situação complexa quer na explicação da sua origem, quer na aceitação de suas conseqüências psíquicas e sociais. Desde 1960 que as organizações homossexuais têm uma militância muito combativa e agressiva pela luta da aceitação normal do seu estado que dizem não ser problema. Através de slogans, como o da "homofobia", atacam quem os agrupa numa diferenciação sexual. Têm um forte sentido exibicionista para chamar a atenção, negam qualquer diferenciação antropológica ou problema no contexto social, fazem-se vítimas de discriminação e atuam através de intimidação. Não admitem reflexão. Têm um discurso impulsivo e de defesa narcisista tentando manipular a mente das pessoas, fingindo saber mais que todos sobre psicologia. Organizam manifestações e paradas para sensibilizar e normalizar seu estado.

No nosso pensar, a situação é muito confusa, porque há pretensões exageradas e, sobretudo, uma forte pressão sobre a política populista que, sem reflexão científica e sem medir conseqüências, pretende apenas ganhar os votos das associações homossexuais. Apesar da importância e quase prioridade que lhes querem dar, no contexto mundial, os homossexuais são apenas 3%. No Brasil fala-se em 5%. A homossexualidade é um fenômeno marginal. O ser humano continua a existir só na dualidade sexual: homem e mulher. Cada um é determinado pela bipolaridade da prêgonada que terá uma orientação masculina ou feminina conforme as impulsões dos hormônios embrionários sobre a dotação cromossomática. Pela sétima semana de existência, o feto começa a diferenciação e crescimento sexual que terá um longo percurso até à puberdade. A progesterona e a testosterona, com outros hormônios, formarão, por fim, os caracteres sexuais secundários de cada gênero. No percurso desta formação e integração na personalidade, pode haver intervenções de influência interna ou externa que vão perturbar a ordem normal dos fatos. Os fatores condicionantes podem ser de ordem biológica (desequilíbrios genéticos e hormonais), de ordem sociológica, psicológica, sociocultural, do ambiente familiar ou da conjugação de vários outros fatores, como o exemplo, a influência de pessoas odiadas ou queridas. Dessa perturbação poderão surgir várias tendências com diversos graus de influência sobre uma mesma tendência. A homossexualidade aparece, à maior parte dos cientistas, como uma tendência, entre tantas outras, que pode ser tratada ou assumida. Terá um tratamento difícil ou fácil ou até impossível conforme o resultado dos vários fatores tiver sido profundo ou superficial, conjugado com a força de vontade das pessoas atingidas. Devido à problemática que surge e a um vazio existencial, os homossexuais fecham-se em círculo restrito, o que facilita a absolutização de  suas pretensões. Devem ser tratados com respeito, mas sem lhes ser ocultado o aspecto moral de suas opções. Todas as explicações, mesmo as científicas, são por eles negadas. Só lhes servem as que justificam a normalidade do seu existir frente às pessoas heterossexuais. No conteúdo dos argumentos de sua luta, pode-se encontrar linhas de destruição da família, de ataque religioso e de relativização de valores necessários à espécie humana e universalmente aceites”.

 

 

(*) FONTE: in Vida Nova – Boletim Formativo e Informativo da Paróquia de N. S. das Dores – Chapadinha // DIRETOR – Manuel Neves // DIRETOR-Adjunto – Pedro José; N°19 – 08/08/2010, p.4.

 

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