É NECESSÁRIO FORMAR A CONSCIÊNCIA POLITICA!- Boletim Vida Nova Versão Online – Paróquia N.S. das Dores – Chapadinha (MA)

 

É NECESSÁRIO FORMAR

A CONSCIÊNCIA POLÍTICA! (*).

 

 

Manifestantes lavam rampa do Congresso antes da votação da Ficha Limpa. Crédito: Agência Câmara/ Brizza Cavalcante

 

 

“Nosso povo tem os ouvidos bastante mal aclimatados. Basta ouvir falar de política que logo desliga. Desinteressa-se da coisa que muito influencia a vida de todos nós. É rápido em desconectar os ouvidos. Prefere os comícios. A isso está acostumado porque, nos latifúndios, era obrigado, pelo proprietário, a participar. Está mais habituado a ser enganado que a ser formado. No entanto, uma nova era chegou de mais dignidade pessoal e liberdade pública. E esta nova situação de vida exige mudança radical na maneira de participar na política. E temos que investir muito na formação da consciência.

Este ano é tempo de eleições. E oportunidade de também celebrar a grande conquista democrática popular da ficha limpa. O desejo passou a lei. O decreto reveste-se de muito valor para que haja mudança e o começo de uma nova era para todos os brasileiros. Basta de negócio, irresponsabilidade e brincadeira com os cargos públicos. Roubar é pecado. Negociar o voto é crime. A corrupção de eleitores e eleitos tem força corrosiva e destrói a possibilidade de desenvolvimento, de harmoniosa convivência e de promoção do bem comum. Quem se quiser candidatar tem que se propor com autoridade moral fundamentada na competência e experiência. Prometer  ou enganar… todos sabem. De fazer é que, depois, alguns se esquecem. Não basta querer o poder e desejar amontoar dinheiro e prestígio. Política não devia ser função para carreiristas vorazes e insaciáveis. É necessária a competência executiva e a idoneidade moral. E estas é que devem ser critérios determinantes para qualquer escolha de votação política. Muito mais importantes que simpatia, filiação partidária, sedução por promessas ou troca de favores. Quer pagar favores? – Ofereça uma galinha! O povo não só transfere o exercício de sua soberania para aqueles que elege livremente como seus representantes, mas ainda guarda o direito de avaliar sua atuação e fazer sua substituição, caso não cumpram com competência e dignidade suas funções e responsabilidades. A alternância no poder é uma justa e necessária consequência do estado democrático”.

 

 

 

(*) FONTE: in Vida Nova – Boletim Formativo e Informativo da Paróquia de N. S. das Dores – Chapadinha // DIRETOR – Manuel Neves // DIRETOR-Adjunto – Pedro José; N°15 – 11/07/2010, p.3.

 

 

 

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