Como as Empresas se Ajustam (7 regras para fazer-pensar) por THOMAS L. FRIEDMAN

 

 

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Como as Empresas se Ajustam:

7 regras para fazer-pensar – nº05

 

 

 

Na confusão, busca a simplicidade.

Da discórdia, busca a harmonia.

Na dificuldade, está a oportunidade.

                                           – Albert Einstein

 

 

 

 

[nº05.] Regra nº1: Quando o mundo se achata – e você se sente achatado – procure uma pá e cave dentro de si mesmo. Não tente construir muralhas.

 

 

 

Regra nº2: Os pequenos se comportarão como grandes. […] Uma maneira para que as firmas pequenas sobrevivam no mundo plano é aprender a comportar-se como se fossem realmente grandes. E a chave para agir como grandes sendo pequenas é a rapidez em aproveitar todos os novos instrumentos de colaboração a fim de chegar mais longe, mais depressa, mais ampla e mais profundamente.

 

 

 

Regra nº3: E os grandes se comportarão como pequenos. […] Uma maneira pela qual as grandes empresas aprenderam a prosperar no mundo plano foi se habituando a agir como se fossem pequenas e permitindo a seus clientes agir como grandes.

 

 

 

Regra nº4: As melhores companhias são os melhores colaboradores. No mundo plano, cada vez mais negócios serão levados a efeito no interior das empresas ou entre elas, por uma razão muito simples: as novas camadas de criação de valor – seja na tecnologia, no marketing, na biomedicina ou nas manufaturas – estão se tornando de tal maneira complexas que nenhuma firma ou departamento individual será capaz de dominá-las sozinho.

 

 

 

Regra nº5: Num mundo plano, as melhores empresas se mantêm saudáveis fazendo radiografia dos pulmões e em seguida vendendo os diagnósticos aos clientes.

 

 

 

Regra nº6: As melhores companhias terceirizam para vencer e não para encolher-se. Terceirizam para inovar com maior rapidez e custos mais baixos a fim de crescer, ganhar fatias de mercado e contratar mais funcionários de diferentes especialidades, e não para economizar despedindo empregados.

 

 

 

Regra nº7: Terceirização não é somente para os Benedict Arnolds.[*] Também serve para os idealistas”                [*] – Benedict Arnold foi o traidor da Revolução da Independência Americana que se

                                                 bandeou para o lado dos ingleses. (N.T.).

 

 

 

 

 

 

FONTE: FRIEDMAN, Thomas L., O mundo é plano": uma breve história do século XXI,

Editora Objetiva, Rio de Janeiro, 2007, pp.384.390.395.399.404.408 e 411.

Transcreveu Pedro José, Chapadinha, 02-03-2010. Caracteres (espaço incluídos): 2019.

Obs. Os negritos são da nossa responsabilidade. Para a perfeita contextualização e interpretação destas 7 regras, na obra do autor, é necessário ler na íntegra o Capítulo 08 “Como as Empresas se Ajustam”,pp.383-415.

 

 

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