Igreja: Nossa liberdade, nossa responsabilidade!

 

 

Nossa Liberdade,

Nossa Responsabilidade

 

 

Dia de S. Tomás de Aquino!

Noite do Show de Alanis Morissette!

Dia da Amizade com o Neves!

Noite da Amizade com o Coelho!

Viva o Melo! A Cris! O Pires e o Manu!

 Viva (in)confidência!

Viva o Hidro-Vácuo da Ranger!

E Viva o Cartão Multibanco!

Viva o Pagola e o Haight!

Viva também o Ratzinger!

Viva eu, e tudo o que de mim não depende!

Viva Jesus Cristo e sua Igreja Reino de Deus!

Viva a Vida dos Vivos:

Testamento dos mortos por cumprir!

 

 

Ninguém é cristão por tradição. A fé não se recebe como um cafézinho: já feito, todo pronto! A fé não se compra, nem é coisa que se possa emprestar à mulher para que ela cumpra por mim. A fé é uma amizade sincera, uma vida de comunhão com Deus que precisa de ser sentida, trabalhada, desenvolvida, e, apaixonadamente, conservada. Ter fé é a maior riqueza do mundo, porque é ela que dá sentido à vida, nos retira da prisão da insignificância, sem horizonte e sem futuro. Por isso, a fé merece que invistamos nela, lhe concedamos tempo e muito interesse.

A Igreja não é a viúva de Cristo. Nem sua filha, nem empresa continuadora. A Igreja é o próprio Cristo Ressuscitado, vivo hoje, agindo através de sinais sacramentais. Cristo está vivo na Igreja hoje. É nosso contemporâneo. A missão da Igreja é a missão de Cristo. Por isso, desprezar a missão da Igreja é desprezar o próprio Cristo.

 

A Igreja, na sua maternidade batismal, gera-nos para a vida do Espírito. Mas não pode substituir ninguém no esforço de desenvolvimento dessa vida em qualquer pessoa.

 

A Igreja aponta para Cristo. Mas não pode levar ninguém ao colo ou sob escolta para o obrigar a fazer a caminhada de encontro pessoal com Ele.

 

A Igreja recebeu e é depositária do Evangelho, mas não o pode colocar em rebaixa para facilitar a sua aceitação.

 

A Igreja testemunha a Palavra da Vida que é Cristo, mas não tem como proibir alguém quando prefere o palavreado enganador do mundo.

 

A Igreja realiza e anuncia a todos o Reino de Deus, mas não tem escolta militar para obrigar quem quer que seja a aceitá-lo.

 

A Igreja indica o Caminho à humanidade, mas não tem como proibir alguém de, nas encruzilhadas da vida, escolher qualquer vereda noutra direção.

 

A Igreja fala a todos de Cristo. Mas não pode dispensar ninguém de O ouvir pessoalmente a Ele para estabelecer com Ele amizade.

 

A Igreja transmite o Evangelho e testemunha o que Cristo ensinou. Mas não tem como obrigar alguém a aceitar isso e fazer progredir a vida do Espírito em si, comprovando o que se aprende no catecismo.

 

A Igreja transmite o que Cristo fez antigamente, no passado, e o que Cristo pode realizar hoje, no presente. Mas só cada um pode deixar Cristo atuar e sentir o que Ele faz hoje na sua vida.

 

A Igreja comunica as maravilhas operadas por Deus na História da Salvação. Mas depende de cada um querer ou não maravilhar-se com a história que Ele faz em cada pessoa para a salvar.

 

A Igreja comunica a experiência de muitos, homens e mulheres, que seguiram Jesus e permaneceram com Ele, apesar de muitos obstáculos. Mas não pode obrigar ninguém, compulsivamente, a imitar estes exemplos.

 

A Igreja celebra os mistérios da fé, atualiza a Salvação operada por Cristo. Mas, não pode, por meio de multas ou castigos, proibir alguém de desprezar a ação de Cristo hoje.

 

A Igreja ensina a maneira de agradar a Deus, cumprindo Sua Vontade. Mas não tem como agradar a cada um dispensando-o do esforço de conversão ou reduzindo as exigências evangélicas.

 

Cristo está vivo hoje e a todos oferece a Salvação. Mas respeita a liberdade de cada um. Não força ninguém a seguir-lO, apenas oferece Seu amor. Não impõe, apenas propõe. Não obriga, apenas pede licença. Bate à porta de mansinho, pede para abrir e pergunta se pode entrar. "Eu estou à porta e bato, diz o Senhor. Se alguém escuta a minha voz e me abre a porta, eu entrarei em sua casa e cearei com ele".

Feliz de quem compreende que a porta do coração só se abre por dentro e que depende de cada um que Ele permaneça ou não em sua vida.

 

 

(*) FONTE: in Vida Nova – Boletim Formativo e Informativo das Paróquias de Chapadinha e Mata Roma // DIRETOR – Manuel Neves // DIRETOR-Adjunto – Pedro José; N°05 – 25/01/2009, pp. 2 e 3.

 

 

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