Depois do Jogo Fabuloso: Bra 6 – Por 2

 

 

DEPOIS do Jogo Fabuloso: QUEM estava em crise saiu dela (as aparências podem enganar…); QUEM já estava em crise tomou consciência do real perigo (nem toda a realidade é real…).

 

 

Só agora consigo recuperar do estado de choque…as pessoas assumem uma delicadeza incomparável… Reconhecida a cidadania brasileira, descobri, também, que continuo a gostar muito de futebol. Sou viciado independente!? Preciso duma resposta urgente dentro da Psicanálise, a Fé não é suficiente, melhor, ela é/será mais que suficiente, mas no caso não me satisfaz. Na manhã seguinte fiz a provocação-homilética, na comunidade Santa Rita. No caso a comparação: Cristiano – Kaká…todos os jovens, independente do gênero, fixos e estranhamente hirtos… seduzidos no discurso…). Hoje, nas aulas de ensino religioso, a mesma suavidade. O “Brasil é um povo cordial…” (recuso aquela outra “pedrada”: Não é um país sério…). Tenho razão mas não tenho direito!

 

Goleada por 6-2 no Brasil

 

Portugal não sofria seis golos há 53 anos

 

 

20.11.2008 – 13h50 Lusa, PÚBLICO

A selecção portuguesa de futebol não sofria seis golos há 53 anos, nunca tinha perdido seis encontros no mesmo ano e já vai na quarta derrota pesada desde o início do século. Os números não favorecem Carlos Queiroz no regresso ao comando técnico de Portugal.

Desde 20 de Novembro de 1955, quando recebeu e perdeu com a Suécia por 6-2, num particular realizado no Estádio Nacional, em Lisboa, que Portugal não sofria meia dúzia de golos num só jogo.

Por outro lado, a selecção nacional não perdia por quatro golos de diferença desde 25 de Abril de 2001, data em que a equipa então comandada por António Oliveira perdeu por 4-0 em Paris frente à França.

A derrota por 6-2 frente ao Brasil na última madrugada foi a quarta por três ou mais golos desde o início do século, juntando-se às goleadas sofridas por Scolari frente à Espanha (3-0 em Setembro de 2003) e por António Oliveira face à Finlândia (4-1 em Março de 2002) e França (4-0 no já referido encontro em Paris).

Este ano está a ser particularmente negativo para Portugal, que já sofreu seis desaires, algo que nunca se tinha verificado num só ano. Cinco derrotas em 1957 e 1981 eram os piores registos até agora”.

 

FONTE: http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1350650

 

 

Partilha de Vida: Pedro José, Chapadinha, 21-11-08; 2270 caracteres (com espaços incluídos).
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