vencido, vencendo tudo

 

 

vencido, vencendo tudo

 

[Comentário: XXI Dom Comum. Ano – A: 24-08-2008]

 

 

1. No contexto do Evangelho de Mateus 16, 13-20; deparo com a frase: “Por isso eu lhe digo: você é Pedro, e sobre essa pedra construirei a minha Igreja, e o poder da morte nunca poderá vencê-la”. Paro nesta frase e quero apenas saborear.

 

2. Que pedras “nós” somos? Que pedradas “nós” multiplicamos? Que o poder da morte não nos paralise? Que o poder da morte possa revelar a fragilidade e grandeza do que somos? Construir a Igreja? Qual a Igreja de Jesus? Saber como Jesus a construiu?

 

3. Tudo isto pregar com clareza e coerência. Quero falar cada vez menos. Quero escrever cada vez menos. Rezar mais. Pensar o melhor. Agir no bem. Pouco, mas intenso na entrega sem condições.

 

4. Não sou pedra. Ou sou uma pedra lascada, meio bruta. Que os antigos Incas me possam ajudar a descobrir “MACHU PICCHU”: a cidadela das pedras perfeitamente talhadas e polidas. Era aí que estava bem agora; e estando lá, queria voltar aqui, já com o meu chá quente tomado, sem pressas. E de seguida todos os outros “remédios” que só a noite pode consagrar.

 

5. A Igreja que Jesus constrói em mim. Como é difícil construir a Igreja. Mas como é impossível seguir fora da Igreja. A Igreja de Jesus, a que ELE se refere é o Reino do Seu Pai. A Igreja do Pai Nosso. Esse é o plano pastoral fundamental. A Igreja do Reino, primazia ao Reino, na dependência do Reino, que por sua vez requer uma Igreja assim. Uma Igreja que não se baste a si mesma. Não há exigências hierárquicas. Naturalmente há soluções de poder ao serviço do Reino. Plenamente identificados nas distinções. Quem não distingue ambos, a ambos confunde, como “O Poder da Morte”.

 

6. Quem é Jesus para mim? Quem sou eu? Se amas algo anuncia-O. Se voltar é teu, na verdade daquilo que és. Se não voltar, o poder da morte é cruel, mas provisório. Se voltar esse Anúncio, ele nunca te pertenceu, verdadeiramente. É Cristo que constrói a Sua Igreja. Deixa que Ele faça a sua parte e verás em TI a obra sempre inacabada, prenhe de sentido e realidade.

 

Autor: Pedro José, Chapadinha, 23-08-2008. Caracteres (espaço incluídos): 1975.

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