José de Anchieta – memória

 

 

José de Anchieta – memória(*)

 

 

DÁ-ME O TEU JESUS

 

Tu, ditosa Mãe, o darás a quem ele se der:

pois, assim como é todo de seu Pai celeste,

assim é todo de sua Mãe!

A pedra afiada do sacrifício buscará Jesus:

seu sangue temperará, em nosso peito,

a labareda da concupiscência.

Estende, pois, já agora,

a este mendigo tuas mãos benignas:

se me dás Jesus,

ele só me basta e ele até me sobra!

Tua mão, ó Virgem, e a dura ferida do menino,

extinga, no meu seio, o incêndio da impureza!

Rasga-me com essa pedra o coração

e insculpe nele indelevelmente,

em letras de sangue, o nome de Jesus!

Enxertai-vos, para sempre, em meu coração,

nomes dulcíssimos,

ó belo Jesus, ó formosa Maria!

Arrebate-me o amor violento do formoso Jesus,

arrebate-me o amor sublime da Virgem bela!…

 

 

(*) FONTE: ANCHIETA, Pe. José, S.J., O poema de Anchieta: Sobre a Virgem Maria Mãe de Deus (de Beata Virgine Matre Dei Maria), [Tradução portuguesa em ritmos de Armando Cardoso, S.J.] Paulinas, São Paulo, 51996, p.133. Pedro José, Chapadinha, 09-06-08; 716 caracteres (com espaços incluídos).

 

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