Tão diferente de mim

 

Tão diferente de mim

 

 

O testemunho de um estudante de teologia,

sobre Jesus homem “límpido”.

O meu dia foi tão diferente, tão distante.

Quero acertar o passo. Ofender os outros sem saber.

Que outros? Que ofensas?

Perto de quem se faz próximo, de quem se aproxima:

sem máscara,

sem desejo,

sem planos,

sem “maldar”.

Sem ter nada, apenas sendo.

Sendo, simplesmente, assim:

 

 

 

 

“…não um homem que se torna transparente,

mas um homem transparente;

não um homem que renuncia a si mesmo,

mas um homem vazio de si mesmo;

não um homem em que o amor ocupou lugar,

mas em que o amor é tudo,

naturalmente; sem que possamos discernir

nele a mais pequena tensão,

o mais pequeno conflito entre o seu desejo

e o seu agir; alguém – o único – que tem a fonte

e o ímpeto do seu ser em si mesmo”.

 

 

(*) FONTE: SESBÖUE, Bernard, S.J.,

Pensar e viver a fé no terceiro milênio,

Gráfica de Coimbra, 2001, p.306. Pedro José, Chapadinha, 16-04-08;

750 caracteres (com espaços incluídos).

 

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