escrito marcado – versão abreviada

 

escrito marcado

 

 

Sabedoria Árabe:

– Quem não sabe e não sabe que não sabe, é um imbecil: deve ser internado.

– Quem não sabe e sabe que não sabe, é um ignorante: deve ser instruído.

– Quem sabe e não sabe que sabe, é um sonhador: deve ser acordado.

– Quem sabe e sabe que sabe, é um sábio: deve ser imitado.

 

 

[0.]Eu sei que a escrita é uma coisa séria. Convoca de modo quase definitivo à eterna responsabilidade. Quem foge da responsabilidade diminui a dignidade humana. Ao escrever num estilo: criticável, se for de falsa erudição; desprezável, se for de arrogância sem testemunho; ilegível, se a comunicação não chegar ao leitor (vamos dizer ao que se esforça); terei errado completamente o alvo. Escrever para mim é um acto sanguíneo: como doar sangue! Escrevo não para púlpitos de sereias e fariseus; escrevo como quem coloca espelhos diante das consciências.

 

[1.] – Escrita que passa pelos intestinos e pelo fígado; mas é filtrada por um coração que adora pensar. Escrevo, também nesta situação particular, para favorecer a Memória e a Profecia. Reflectir de modo pragmático e gracioso a minha/nossa praxis pastoral. Não suporto o desperdício da experiência! É pecado, luta pessoal/institucional, entre a eficácia e a eficiência. Sinto, agora e aqui, uma necessidade extrema de escrever sobre, aproximadamente seis anos de vida e trabalho, não para ter apenas opinião própria, através de verdadeiros autismos, mas para que se possa fazer justiça a um Acordo e Projecto Missionário, entre Igrejas diocesanas e S.M.B.N. Este é o meu ponto de vista: Marcado por um Horizonte de Fé. Que outros escrevam e falem sobre o mesmo assunto, seria uma graça a partilhar.

 

[2.]Como vamos arrumar a casa? [N.B. Só na versão escrita completo (…)]

 

[3.] – Depois há a necessidade prática de elaborar um Relatório. Mas escrever um relatório sobre sensivelmente 6 anos de trabalho missionário (11-09-2001 a 19-09-2007), é uma tarefa impossível, para o tempo que eu disponho. Fui escriturando, por erro(s) e tentativa(s), ao longo desses anos para o jornal “Correio do Vouga”; muito do que não vou dizer, já está lá. Por vezes, irei consultando esse baú de coisas novas e velhas. Recentemente, o munus de escriba piorou bastante, estou alojado na NET, no espaço infinito, e tudo o que é de lazer&labor[1], também, já lá está.

 

[4.][N.B. Só na versão escrita completo (…)]

 

[5.] – Nos últimos tempos tenho sentido muita pressão e stress. São realidades diferentes. E nisso não há novidade. Estou VIVO! Com este escrito marcado quero e sinto a necessidade de me justificar e porque não dizê-lo prestar contas, diante de uma pequena minoria de pessoas e estruturas de trabalho. É acção de graças e perdão pelas desgraças. Graça e Pecado. Divino e Humano. Amor e Egoísmo. Sempre o E. O Acordo/Projecto Missionário, eu+SMBN+Igreja diocesana de Aveiro (Portugal) e Igreja diocesana de Brejo (Brasil), na 2ª fase, segundo ciclo, chegou ao Fim. Ninguém tem preferência pelo Fim de. Nós somos seres de Começo. Começo é Desejo.

 

[6.] – Desejo começar a dizer. Melhor a declarar. Vou apresentar-me ao meu novo Bispo, Residencial de Aveiro, o irmão bispo António Francisco[2], de modo honestamente armado e desarmado. Armado, no sentido do maravilhosamente doloroso livrinho de González Faus[3]. Desarmado, o bispo é um cristão como eu. De igual para igual, só existe essa possibilidade. E confesso que não tenho nenhuma razão para levantar qualquer suspeita indevida. Pois, quem já conhece o meu pai e a minha mãe, antes do próprio filho; merece o meu mais genuíno voto de confiança prévio. Nunca, ou quase nunca, quero esconder o que penso através do que procuro viver e não o contrário.

 

[7.][N.B. Só na versão escrita completo (…)]

 

[8.] – Foi pelo trabalho missionário presente, fazendo parte de uma Equipa Missionária fantástica e alargada, uma segunda Família[N.B. Só na versão escrita completo (…)]

 

[9.] – Tudo o que me precede é que vai projectar o meu futuro. Fala recolhida numa mulher sábia do povo, na rua de Chapadinha: “ – A gente não pode trazer o passado para a frente. A gente até fica louca. Eu sou é uma piauense… na frente virão coisas boas. Na frente é prosperação… uma casa cheia de legumes e criação. A maior força que eu votei… – eu que não sei ler – o que tive de fazer por ele [filho] eu já fiz, agora ele tem de se cuidar!”

 

[10.] – Se o trabalho missionário, ciclo de 6 anos, bem servidos por fora do copo – foram o meu sustento espiritual até ao presente. Ressalvo com pertinência evangélica, sem arrogância, que não tenho nenhuma vocação para «franco-atirador»; vim enviado por uma diocese, que me gerou; e por um presbitério que me alimentou; a ambos devo responsabilidades livres. É imprescindível colocar uma referência monetária, por iniciativa de D. António Marcelino, comparando-me com outras missões-funções de colegas, que durante o cumprimento do Acordo/Projecto Missionário (não estava no texto assinado em 2001, em vigor até ao presente, ainda que não tenha recebido cópia da renovação-anexada, em 2005), que eu padre continuasse a receber do Fundo do Clero Diocesano, um salário pre-estabelecido. [N.B. Só na versão escrita completo (…)]

 

 

[11.] – Por essa razão simbólica, e tantas outras, em contexto teológico, qualquer avaliação, é uma avaliação comunitária. Só quero dar o meu pequeno, audaz e mordaz, contributo. Faço parte de um Projecto de Igreja (dois nomes estão na génese: o bispo emérito, António Marcelino, e o professor e colega de presbitério, Georgino Rocha, neles encontrei apoio e lucidez, para discernir as moções do Espírito Santo). Por modéstia e vergonha não cito mais 12 pessoas. A outra parte é composta pelos diversos intervenientes da S.M.B.N. (jubilada com 75 anos de fundação), que se sucederam no tempo, após a assinatura do Acordo Missionário, e que me proporcionaram e apoiaram, neste trabalho, nas diversas instancias governativas e no campo de missão concreto. Essa consciência encarnada esteve/está/estará dentro de mim, desculpem a redundância. Não há cristianismo sem vida comunitária[4]. Nestes questões de âmbito institucional cabe lembrar, que só agora (15-06-2007), com efeitos retroactivos (desde 10-09-2001), fui nomeado por D. Valter Carrijo, bispo de Brejo – Maranhão, para o “cargo de Administrador Paroquial da Paróquia São Francisco, de Mata Roma”[5]. Diz o povo: mais vale tarde, do que nunca!

 

[12.]Viver é um risco. Conviver é um risco maior. Não conviver é um risco de morte. O que é bom para mim como padre, pode não o ser necessariamente bom para a maioria dos padres. Existe a idiossincrasia (sui generis e não invejosa…) e o individualismo (reinante e flutuante…). Eu procuro defender a singularidade por, com e em Jesus Cristo. Com o que está feito para trás, quero avançar e “profetizar”[6], sem delongas: a) Defendo a permanência de um padre diocesano aveirense, em regime de cooperação missionária com S.M.B.N., aqui em terras de Santa Cruz, onde o sabiá canta e o melro não morre de saudades. a’) Essa permanência tem de ser avaliada, reflectida e negociada, e sobretudo, amada. Se não for por amor missionário[7], não tirem o bilhete de avião! Amor missionário é doação de vida, inteira e completa. a’’) Se após a obediência, referida no ponto [7.], não se oferecer ninguém para o meu lugar, em consciência e liberdade, sem imposições e pressões sobre alguém; ofereço-me para renovar mais uma vez o Acordo Missionário, em condições a definir, ouvidas todas as partes implicadas. Clausula única inegociável: o Acordo, só será renovado, se o capitão de equipa, Pe. Manuel Neves, permanecer e enquanto ele permanecer (na sua ausência será auto-invalidado), no campo de missão do Maranhão.

 

[13.] – Gostaria agora de expor situações, actividades, projectos, uma panóplia imensa, que vou arrumar de um jeito inteiramente novo, para mim, na base evangélica de LUCAS, 15,11-32. É a história da minha/nossa vida que está toda lá. E vou fazê-lo não na base apenas das duas figuras dos Filhos – já sabemos que a figura central é o Pai, com o Amor, a Misericórdia, de uma Mãe! – a tradicional figura do Filho mais Novo, o «Pródigo»; a figura do mais Velho, que designo, o «Precavido»; e introduzo uma outra, fruto da minha imaginação-teológica, que no meu entender seria a Aliança, dos dois anteriores (em suas virtudes e seus vícios, que ambos têm…sou eu mesmo, no génio e na miséria…), emerge assim, o Filho do Meio, o «Prodígio»[8]. Neste caso temos 3 «P»: Pródigo (mais novo), Precavido (mais velho), e o Prodígio (do meio), ou seja, respectivamente, na minha opinião de aprendiz de teólogo: «o permitido», «o mandado», «o recomendado». Esta arrumação na imaginação-teológica e nos critérios e paradigmas, pode ser altamente questionável, fico exposto à saudável crítica. Só alguns «exemplos» e «causas»:

 

[14.] – Como «Pródigo» (mais novo) eu/nós, creio/cremos, vivi/vivemos – [N.B. Só na versão escrita completo (…)]

 

[15.] – Como «Precavido» (mais velho) eu/nós, creio/cremos, vivi/vivemos – [N.B. Só na versão escrita completo (…)]

 

[16.] – Como «Prodígio» (do meio) eu/nós, creio/cremos, vivi/vivemos – [N.B. Só na versão escrita completo (…)]

 

[17.] – Uma palavra sobre a minha “saúde espiritual”. Ela está excelente. Gosto de me fazer passar por um optimista céptico. Não faço os Exercícios Espirituais, desde Janeiro de 2003. É uma situação que me inspira preocupação. Cerca de 80% das crises enviam sinais prévios que vão acontecer. É preciso ler os sinais de crise.

 

[18.] – Felizmente continuo a aprender a rezar. Sinto um pouco de vergonha ao confidenciar esta revelação, porque um padre devia ser um especialista na arte de ensinar a rezar o povo e todas as pessoas interessadas. Mestre a criar o prazer de rezar. Ainda não sou capaz! Preciso de rezar mais e melhor. Com os pobres converti-me – conversão suave não light– à oração do TERÇO. Coisa que durante o curso de teologia não consegui.

 

[19.] – Na teologia que leio nos livros e na vida, articulo a minha fé. Estou em processo de conversão, é um contínuo; existencialmente, mistagogia pascal, isto é, a pedagogia do mistério. Resumindo, saúde espiritual é: discernimento-conversão-missão. Apenas estas palavras-geradoras, são o meu foco de avaliação presente e desenvolvimento futuro. Junto a ânsia por uma formação global permanente, revestida do toque artístico (artes da religiosidade popular e erudita) e tecnológico (novas maneiras de comunicar). Merecia uma explanação maior, este ponto de chegada, aqui não é o espaço apropriado.

 

[20.] – Outra palavra sobre a minha “saúde biológica”. O meu peso está a abaixo do habitual. Sofro de vícios que não posso escrever aqui. Chego à barbaridade de acreditar, em confissão de credo heterodoxo: –Tenho vícios, não tenho pecados! Sei do perigo, e da salvação onde está o perigo! Procuro crescer numa noção saudável de prazer e limite.

 

[21.][N.B. Só na versão escrita completo (…)]

 

[22.][N.B. Só na versão escrita completo (…)]

 

[23.] – MAS graças a Deus, é mesmo por Graça Dele, não estive, durante este tempo todo, um único dia ou noite de cama por doença. Rodei sempre! A febre faz-me viver com mais adrenalina. Os excessos naturalmente – a natureza não perdoa! – virão com a velhice. Um sábio disse-me, em privado, que o celibato é dom da velhice!? Completei 35 anos, com este ritmo, se lá chegar, peço reforma/aposentadoria antecipada, de maneira voluntária ou compulsiva, aos 45 anos! Assinalo ainda que o sono – é de grande importância a maneira de pensar e de dormir, caso não acreditem são correlativos – piorou em qualidade, porém aumentou na quantidade. As manhãs de segunda-feira tornaram-se sacramentais profanos (quando foram respeitadas por mim, e não “violadas” por terceiros…). As sestas depois de almoço, são prenúncio dos “prazeres da vida eterna” (oração do Angelus, em tempo pascal), não que defenda a dormição/descanso eternos.

 

[24.] Uma Consideração [N.B. Só na versão escrita completo (…)] Neste escrito marcado há: um pretexto – um texto – e um contexto, todos, como se diz agora, conectados. Deus é o meu árbitro e treinador. As comparações são “andaimes e muletas”, apenas isso. Quem não precisa não use, mas não impeça que possam ser usadas por quem delas têm necessidade.

 

[25.] – Meu CREDO heterodoxo… vivo com a ortodoxia no coração e na língua a heterodoxia ou será o inverso? Só ama, quem conhece; só segue quem ama…[N.B. Só na versão escrita completo (…)]

 

[26.] – Meu Poema Místico, que me acompanha noite e dia, na Luz e na Sombra do meu viver… na Solidão e na Comunhão…[N.B. Só na versão escrita completo (…)]

 

[27.] – Meus votos finalizados à Igreja de Aveiro e de Brejo, à Igreja do Reino de Jesus

 

“Eu quero saber

se Cristo verdadeiramente ressuscitou,

se a Igreja alguma vez acreditou

que Ele tenha verdadeiramente ressuscitado. Porque é que é, então, um poder,

escravo como qualquer poder?

Porque não palmilhar as estradas

como uma loucura de sol,

e dizer: Cristo ressuscitou, ressuscitou? Porque não se liberta da razão

e não se renuncia às riquezas

por esta única de alegria?”[9].

 

[28.] – Minhas 6 frases eleitas – dedos da minha mão esquerda (tenho um dedo a mais!?), sem dia ou noite, sem eira nem beira -, que não me deixam dormir numa santidade “enrustida e ranzinga” (novas palavras+novos conceitos+novas vivências), dirigidas a todos (as) os descrentes que moram dentro de mim:

 

“Aprenda a dançar, senão os anjos no céu não sabem o que fazer com você”.

Santo Agostinho

 

“Não questione a vida. Deixe a vida questioná-lo”.

Viktor Frankl

 

“É inútil comprar novos livros e novos discos se ainda não lemos ou escutamos

os que já temos”.

Domenico de Masi

 

“Malgré la merde, je croix”.

Maurice Béjart

 

“O Brasil sobreviveu ao impeachment de Collor, ao escândalo da calcinha

de Itamar Franco,

ao apagão de Fermando Henrique e ao valerioduto de Lula”

Hélio Schwartsman

 

“Quem não é espiritual até na carne, torna-se carnal até em seu espírito”.

Santo Agostinho

 

 

[29.]Last but not least: «AGE DE ACORDO QUE AUMENTES SEMPRE O NÚMERO DE POSSIBILIDADES DE EXISTIR». É de “bom tom” dizer: Ámen, Oxalá! Obrigado pela paciência. Vão desculpando!

 

Pedro José, Chapadinha-MA, 7 Setembro de 2007, dia da Independência do Brasil.

Caracteres (c/espaços): 14.033


[1] A tentativa de blog, LAZER & LABOR, é meu lema aforismo: «Morrer a trabalhar, mas não de trabalho!». Os colegas sorriem da verdade. É um espaço de intervenção pessoal – http://pedroc72.spaces.live.com/ – teve a sua abertura, graças a amigos que me abriram os olhos e pelo direito à indignação, em relação à produção e circulação de imenso «lixo» na digital W.W.W. – World-Wide-Web, em 26 Fevereiro de 2007. O futuro está lá, e eu cheguei atrasado. O nosso padre aveirense, Pe. Francisco Júlio G. Pinto, http:/www.padrejulio.net, é quem sabe muito bem desse ofício. Eu sou aprendiz e orgulho-me de ter sido seu aluno atento.

[2] Tomou posse em 08-12-2006, tomei conhecimento pela NET e pelo correio electrónico, nessa altura, então, tive a oportunidade ler a sua mensagem de saudação à diocese (incluídos todos os padres). Iremos, agora, ter o nosso primeiro encontro pessoal, 9 meses depois, é sem duvida uma gravidez ! Eu já fiz o meu exame pré-natal!?

[3] GONZÁLEZ FAUS, J. Ignacio, “Nenhum bispo imposto” (S. Celestino, papa): As eleições episcopais na história da Igreja, Ed. Paulus, 1996 [original 1992], pp.149. Lido e anotado: bem-dito e mal-dito.

[4] A Igreja e o “já” e “ainda não”, é assim: Primeiro – Quanto mais conheces a Igreja (instituição), mais queres ficar longe e fora dela. Segundo: É impossível dizeres que tens fé e permaneceres fora e longe da Igreja (berço do dom e exercício do carisma). Terceiro: Tu és Igreja. Caminho difícil de amar a Igreja, de morrer às suas portas, à sua sombra, mesmo na condição de proscrito, renegado ou fracassado. Não há cristianismo (entenda-se concretamente Igreja) sem vida comunitária.

[5] Tenho em meu poder cópias autenticadas, que na devida altura, farei chegar aos arquivos necessários, trata-se de documentos importantes para a história da missionação moderna. As incontáveis coisas que aprendi de Direito Canónico com a vida dava uma novela– Uma piada: recentemente a nossa valiosa biblioteca doméstica, foi atacada pelo cupim, uma térmita terrível; ele atacou o Vademecum do Direito de Família à Luz do Novo Código Civil (edição de 1122 páginas) e não tocou se quer no Código de Direito Canónico (edição de 829 páginas). Para mim foi um sinal profético tremendo! – tive, por causa deste nomeação, de ler os cânones 539 a 541. É o provisório institucionalizado, na minha própria pessoa e no meu trabalho! D. Valter Carrijo nasceu em 22/01/1934, em 2009, completa 75 anos, avizinha-se um aguardado pedido de resignação, que terá repercussões no trabalho da referida Equipa Missionária.

[6] Já, anteriormente, escrevi em Carta Aberta, pelo kairós da transição episcopal, publicada no Correio do Vouga: “E agora o que vai acontecer… o projecto de cooperação missionária, concluída a segunda fase, em Julho de 2007… Agora a vida continua… “Mudam os rostos, passam os anos…” será assim que vai acontecer… vou renovar mais uma vez? Outro na diocese poderá assumir o desafio (que é diocesano e não apenas pessoal, para mim o é no presente…) … perguntar abre horizontes”. (Pedro José, Chapadinha, 08-12-2006).

[7] A missão tem 4 partes fundamentais: 1. omissão; 2. intromissão; 3. permissão; 4. submissão. A ordem é discutível, e esta síntese continua em aberto; é necessário, estudar e aprofundar, no devido tempo/modo. Contudo, já a vivi à missão (sem esgotamento, de Deus somos eternos aprendizes, sabemos só o que Ele não é) quase tudo e de tudo um pouco, em Deus e fora dele, na suave noite escura da Fé. Talvez um dia meditando, valha a pena colocar tudo no papel. Fica o enunciado como aperitivo.

[8] Todos nós voltaremos um dia a ser crianças – na nossa infância evangélica espiritual, quer queiramos ou não -, não sei se «Prodígio», tem relação com o meu inconsciente, da banda desenhada, e do estranho herói Batman e seu estranho ajudante-menino, PRODÍGIO». Eu queria que a fonte inspiradora não tivesse sido esta.

[9] Paladino lutador de uma religiosidade tão intransigente como apaixonada, o poeta Padre David Maria Turoldo (1916-1995) exprime, nestes versos de Ó meus sentidos, a sua adesão à loucura da cruz, in CHRISTOS – Enciclopédia do Cristianismo, “Voc. Jesus Cristo”, Ed. Verbo, Lisboa-São Paulo, 2004, p.487.

 

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